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Leite
Após a
Segunda Guerra Mundial, a promoção da produção industrial de leite com
vacas confinadas e pasteurização, superou as pequenas fazendas, onde as
vacas ficam pastando e são ordenhadas à mão. O resultado é “um dos alimentos mais
industrializados que se possa imaginar” diz o nutrólogo Ron
Schmidt, em uma entrevista nos EUA, em abril 2004.
“A diferença entre o leite
vendido no supermercado e o leite cru consiste na alimentação das vacas e
no processamento do leite. As vacas encontram na grama verde do pasto muito
mais nutrientes do que aquelas que ficam no estábulo recebendo forragem.
Além disso, a forragem provoca o desenvolvimento de bactérias patogênica.
Para controlar o crescimento dessas bactérias, o leite é pasteurizado.”
Entretanto,
a pasteurização destrói muitas vitaminas encontradas no leite cru. O calor
também destrói enzimas, o que afeta a digestão. Após a pasteurização, o
creme é removido e devolvido ao produto final (de acordo com a percentagem
de gordura desejada). Depois, o produto é homogeneizado para emulsificar a
gordura, evitando assim que suba à superfície.
Schmidt
diz que o leite cru — rico em nutrientes e enzimas — foi usado durante 150
anos para tratar doenças. Muitos pesquisadores documentaram seus
benefícios. As experiências comparando o leite cru ao pasteurizado mostram
como este último afeta o desenvolvimento dos ossos e a resistência a
doenças.
Para
mais informações sobre o leite cru, Ron Schmidt recomenda o website da
Campanha por Leite Real da Fundação Weston A. Price www.realmilk.com
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Fonte:
Ron Schmidt, “The
Benefits of Raw Milk”, Acres
USA, abril 2004.
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