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Riscos
básicos do câncer
Veronica
Carstens
Não
há um dia sequer em que deixe de receber um pedido de
socorro de doentes de câncer ou de seus familiares. Por
isso, gostaria de apresentar aqui um resumo das medidas mais
importantes a serem tomadas tanto para prevenir o câncer como
para serem utilizadas após a terapia.
Muitas vezes recebo cartas dizendo: "Há algum tempo diagnosticaram
câncer. A seguir submeti-me à cirurgia, quimioterapia e,
finalmente, radioterapia ("para ter certeza de eliminar todas as
células cancerosas"). Estava totalmente esgotada, muito
fraca, sem coragem ou força para viver. Pouco a pouco,
me recuperei e a alegria de viver voltou. O passado parecia um
pesadelo, mas sempre ficou um leve receio. Será que o câncer
estava vencido para sempre ou .....?".
E, um dia, aconteceu. Devido a uma ou outra queixa, houve nova
consulta. Diversos exames e o diagnóstico aterrador: recaída — pior — metástases
no fígado, pulmão, ossos etc. Uma situação
pior do que na primeira vez. Como foi possível isso acontecer?
Não haviam eliminado também a menor célula
de câncer? Não havíamos mudado o estilo de
vida e a alimentação? A resposta é muito simples:
Nós — isto é, os médicos que atenderam
o doente — não procuramos a causa do câncer,
não alteramos o terreno (meio) interno e externo em que
o câncer prospera. Trata-se, principalmente, de quatro riscos
básicos:
- as
radiações telúricas;
- a
poluição química do meio ambiente;
- a
carga parasitária;
- o
organismo excessivamente ácido.
A irradiação
nociva é provocada por rios subterrâneos
de água ou fendas geológicas (radiações
telúricas). Nocivas são também as
faixas geomânticas que cobrem a superfície
terrestre como uma grade de norte a sul, de leste a oeste
e em direção diagonal. Muito perigosos são
os pontos em que rios e/ou faixas se cruzam.
Se a cama ou o local de trabalho se encontram sobre um
local irradiado, nosso sistema imunológico enfraquece
e, muitas vezes, isso é a causa para o aparecimento
de um tumor maligno.
Um
risco igualmente grande, para nós, que aumenta constantemente, é a poluição
ambiental. Produtos químicos em móveis
e pisos de madeira, em carpetes e cortinas, nas tintas com
que pintamos as paredes e até nos brinquedos.
Muito perigosos são, também, os gases que emanam
dos incineradores de lixo. Subindo para a atmosfera, atingem,
através das plantações, das frutas e verduras,
do leite e da carne, o organismo humano. Ocupando a capa de gordura
dos nervos no cérebro e na medula, afetam as células
nervosas e — indiretamente — o sistema hormonal e
imunológico, favorecendo o aparecimento de alergias, câncer
e doenças neurológicas.
Outro
perigo
é representado pelos parasitas,
que durante milênios viveram em contato com o ser humano.
A sua defesa imunológica era suficiente para eliminá-los
em pouco tempo por intermédio do intestino.
Hoje, o organismo, enfraquecido por irradiação,
produtos químicos, alimentação errada e
estresse, não consegue mais se defender. Nesse caso, os
parasitas se alastram, principalmente pelo intestino, fígado
e pâncreas, enfraquecendo o organismo ainda mais.
Mais
um fardo para o sistema imunológico consiste na acidez
excessiva do organismo em decorrência
de uma alimentação errada e do estresse psicológico.
Essa acidez pode ser constatada facilmente medindo o pH da
urina com o papel indicador — e controlada pela ingestão
de alimentos que tornam o pH mais alcalino.
Se
você controla regularmente se o seu organismo, sabe que
está exposto:
- à
irradiação;
- à
poluição
química;
- a
parasitas;
- à
acidez excessiva.
Procurando
eliminá-los ou proteger-se desses fatores, pode envelhecer
de forma saudável,
com bastante energia e alegria.
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Fonte: Resumo de um artigo escrito pela Dra. Veronica Carstens, médica
homeopata/naturista que, em 1983, fundou com seu marido, então Presidente
da Alemanha, a entidade sem fins lucrativos Natur und Medizin (Natureza
e Medicina). Essa entidade promove o avanço da medicina holística
nas faculdades de medicina, nos hospitais e entre pesquisadores e estudantes.
Seu boletim bimestral mostra o progresso alcançado no meio acadêmico. |
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