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Breves
Brócolis
combatem o câncer 
Brócolis e outras hortaliças da
família de plantas crucíferas já têm a
sólida fama de prevenir o câncer. Um estudo da Universidade
de Illinois revela que os benefícios dos brócolis são
ainda maiores. A revista alemã Natur+Kosmos, de janeiro
de 2005, divulgou pesquisas que mostraram como uma substância
anticancerígena nos brócolis pode interromper o crescimento
de células do câncer da mama. Após poucas horas,
as células cancerígenas deixaram de se dividir. O único
problema — de acordo com os pesquisadores — é a
quantidade absurdamente grande de brócolis necessária
para obter o suficiente da substância anticancerígena
para parar o câncer.
Santa
Hiroshima!
O
que os radiologistas não contam
Uma tomografia computadorizada expõe o paciente a uma radiação
igual àquela das bombas atômicas jogadas sobre Hiroshima e Nagasaki.
Até um em cada 400 pacientes que passaram por este exame desenvolve, mais
tarde, um câncer. Para aqueles que passam anualmente por uma tomografia
computadorizada, o risco de contrair um câncer dobra. (Radiology 2004;
232: 735-8)
As tomografias computadorizadas também “são controvertidas
há muito tempo, devido às incertezas relacionadas à sua
eficácia
em detectar uma doença oculta”. ( JAMA 2004;
292: 1669)
Câncer pancreático, obesidade e exercícios
Um estudo de 150.000 homens e mulheres, durante 20 anos, mostrou que obesidade
e fumo aumentam o risco de desenvolver um câncer pancreático. Entretanto,
o exercício regular moderado (como caminhar durante algumas horas por
semana) pode reduzir o risco em 50% principalmente, nos obesos. (Michaud,
Ds e outros no Jornal da Associação Médica Americana,
22.08.01)
Morrendo
de câncer
Um estudo realizado pela Universidade do Sul da Califórnia, com 1.500
casos de câncer da bexiga, mostrou que o risco de contrair a doença
dobra para as mulheres que mensalmente tingem o cabelo. Ao prejudicar o sistema
imunológico, as tintas também são relacionadas com artrite
reumatóide.
(Daily Mail 10.10.01)
Implante mamário
Um estudo de 3.500 mulheres portadoras de implante, realizado por
pesquisadores suecos, indica que o número de suicídios entre mulheres com implante
mamário
é 30% mais elevado do que para as demais. Os cientistas não atribuem
isso a conseqüências psíquicas da cirurgia ou a efeitos nocivos
do implante. Eles dizem, que o estado psíquico das mulheres desempenha
um papel maior. A mulher portadora de um implante, geralmente, teve um câncer
da mama ou não estava satisfeita com o seu corpo. (BRITISH
MEDICAL JOURNAL)
Efeito menos conhecido
Os pesquisadores do Instituto do Câncer Peter McCallum comprovaram um
efeito colateral menos visível, e muitas vezes negligenciado, da quimioterapia
para o câncer da mama. É a deterioração da
memória
e da concentração. Em alguns casos a mulher pode receber o diagnóstico
errado de depressão ou demência.
O problema parece afetar principalmente a memória, a atenção,
a linguagem e o pensamento. Escrevendo no jornal NCI (5 de fevereiro de 2003),
o Dr. Phillips afirmou que essas descobertas são de particular importância
para a mulher com câncer da mama, sem nódulo linfático axilar
afetado, porque os benefícios da terapia sistêmica adjuvantes são
pequenos. (Michael Woodhead, Australian Doctor, 21
de fevereiro de 2003)
A pílula aumenta o risco de câncer
do colo do útero e cervical
Há
muito tempo se desconfia que a pílula anticoncepcional
aumenta o risco de câncer do colo do útero. Agora,
pesquisadores ingleses realizaram 28 estudos com 12.000 mulheres
e comprovaram a suspeita. Quanto mais tempo a mulher toma a pílula,
maior é o risco de adoecer de câncer do colo do útero.
De 10.000 mulheres, adoecem 10 anualmente. O risco aumenta 10%
quando a mulher toma a pílula de um a cinco anos. Se ela
toma a pílula de seis a dez anos, o risco de câncer
aumenta 60% .Se tomar durante mais tempo ainda, aumenta120%. (The
Lancet)
Um novo estudo indica que, para mulheres que tomaram a pílula durante
cinco a nove anos, o risco de desenvolver câncer cervical aumenta três
vezes. Para mulheres que tomaram a pílula durante dez
ou mais anos, esse risco aumenta quatro vezes.
Por
isso a Agencia Internacional de Pesquisa do Câncer (Lyon,
França) quer que as mulheres, que estão utilizando
a pílula por longo tempo, sejam incluídas em programas
rotineiros de triagem para o câncer cervical.
Fracasso
da mamografia na Suécia
Após dez anos de exames, a mortalidade pelo câncer de
mama continua praticamente a mesma. Esse é um beneficio
nulo para as 600.000 mulheres examinadas e uma preocupação
inútil para aquelas 100.000 entre elas que foram atemorizadas
por uma imagem erroneamente suspeita.
Importância do oxigênio
O crescimento do câncer é anaeróbico, " sem oxigênio".
Ninguém consegue se curar de câncer quando este progrediu
além de certos parâmetros, isto é, além
do ponto sem retorno. Entretanto, podemos controlar o risco de desenvolver
câncer e tomar medidas para deter ou até regredir o
crescimento, usando diversas técnicas para oxigenar os tecidos
em nosso estilo de vida. (Dr. Graham, editor
de diversos livros e vídeos e orientador nutricional de muitos
atletas olímpicos)
A família do alho
Em 1500 publicações médicas que apareceram em
abril de 2002 sobre o alho, 250 estão relacionadas ao câncer.
O alho e seu primos (cebola, cebolinha, alho poró) são
provavelmente os mais curiosos dos vegetais. O alho reduz o colesterol,
reduz o risco de doença do coração, combate
infecções e fortalece a imunidade. E, como se isto
não fosse suficiente, os dados indicam a prevenção
de câncer no aparelho digestivo, incluindo esôfago, estômago,
colo e reto. Você não pode errar se você come
alho, assim como outros alimentos da mesma família (Ralph
W. Moss, em The War on Cancer) (A guerra contra o câncer) |
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