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Defesa dos animais imprimir
 

Breves (experiências com animais)

O direito de recusar
O Parlamento da Itália introduziu uma lei que dá a qualquer italiano o direito de se recusar a participar de experiências com animais. Essa lei significa que qualquer pessoa — médicos, pesquisadores, técnicos e estudantes — pode declarar sua oposição consciente à pesquisa animal e optar por não participar de tais pesquisas. Um artigo importante dessa legislação garante que nenhuma discriminação será permitida contra alguém que decida registrar sua oposição. A lei foi resultado do lobby intensivo da Lega Anti-Vivisezione, membro ativo da Coalizão Européia para o Fim das Experiências em Animais.

Defensores dos animais em Israel
Em dezembro do ano passado, os defensores dos animais em Israel celebraram duas notícias:
A principal linha aérea do país, EL AL, não vai mais transportar primatas para servirem em experiências em animais.
A dissecação de animais foi proibida em todas as escolas governamentais. Em sua notificação, o Ministro da Saúde, Yossir Sarid, disse que "não estava convencido de que a dissecação de um sapo é tão vital para os alunos que seria impossível aprender biologia sem ela", e afirmou: "É mais importante ensinar aos alunos israelenses compaixão pelos animais, pois essa compaixão certamente criará maior compaixão por seres humanos".

Vacinas comestíveis
Pesquisadores da Universidade Nacional de Cingapura, recentemente anunciaram que alteraram geneticamente peixes zebra (bandeira-paulista), para que produzam uma vacina contra hepatite B em seu tecido muscular. Essa vacina iria imunizar as pessoas que comem o peixe. “Ainda não chegamos ao ponto de saber quanto peixe a pessoa precisa comer para receber a dose correta da vacina”, disse o professor Gong Zhiyan, o cientista que está liderando o projeto.
O Professor Jim Johnson de imunobiologia da Universidade Queen, em Belfast afirma que os pesquisadores têm que assegurar, que a vacina consiga sobreviver à digestão.
Talvez os cientistas fariam melhor investindo tempo, energia e recursos na prevenção das doenças, em vez de conduzir pesquisas que submetem animais à dor e sofrimento simplesmente para evitar que os seres humanos não tenham que sentir a leve picada de uma vacina.
(AAVS-American Antivivissection Society, inverno 2004)

 
 
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