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Você se contaminou
com a histeria da AIDS?
"A AIDS é a
operação comercial
mais importante da nossa época"
Fatos científicos e fantasias:
- inicialmente acreditava-se que AIDS (Síndrome
de Imunodeficiência Adquirida) fosse uma resposta
biológica
a fatores ambientais, como abuso de drogas, excesso de
antibióticos
e desnutrição. Isso devido à predominância
de doenças parecidas com AIDS entre grupos específicos
de alto risco, sujeitos à influência de fatores
imunodepressivos não- infecciosos (usuários
de drogas injetáveis, homens homossexuais usuários
de drogas e cronicamente expostos a DSTs, hemofílicos,
bebês
de mães viciadas);
- nunca foi provado que a AIDS é causada
por um vírus infeccioso, o HIV, ou outro e sua epidemiologia
contradiz claramente as características de outras epidemias
comprovadas. O " HIV contagioso" continua uma
hipótese
não comprovada;
- a histeria do "HIV contagioso" e
do " sexo
pode matar" constitui propaganda descarada da indústria médico-farmacêutica,
apoiada por agências governamentais, sustentadas por
impostos que possuem interesses de política sexual
e econômicos
ocultos.
Contrário à opinião
geral,
a vasta maioria das pessoas
não corre nenhum risco de contrair AIDS!
Histeria da AIDS no noticiário
Se você lê jornais ou assiste televisão, é bombardeado
diariamente com mensagens afirmando que sua sexualidade é uma
bomba-relógio,
que um vírus presente no sangue sexualmente transmitido
está solto
na população, já matou milhares de pessoas
e matará milhões
nos próximos anos. Sem o menor pudor, você recebe
conselhos para modificar os aspectos mais íntimos de sua
vida amorosa. Estas declarações,
sem qualquer disfarce, são emitidas pelas mais altas autoridades
governamentais e médicas — com pouca ou nenhuma
alusão a qualquer opinião
científica divergente.
Entretanto, você deveria saber de alguns dados:
- há várias centenas de cientistas e médicos
dissidentes, que se opõem totalmente à teoria
de um "HIV contagioso" que provoca AIDS. Há anos
eles tentam divulgar as críticas que denunciam a má ciência
que levou à atual histeria da AIDS;
- entre os críticos da AIDS estão membros da
Academia Nacional de Ciências dos EUA (Dr. Peter Duesberg)
e vencedores do Prêmio Nobel (Dr. Kary Mullis, inventor
da técnica
PCR, que, segundo ele, é totalmente inaplicável
para fazer "testes da AIDS");
- críticos da AIDS têm sido rotineiramente silenciados
e rejeitados pelos principais periódicos científicos,
jornais e noticiários da televisão — todos
controlados pelos mesmos interesses da indústria médico-farmacêutica,
que está ganhando bilhões com a extensa histeria
da AIDS;
- mentiras oficiais sobre a AIDS estão sendo difundidas
pelo governo, pela mídia e pela indústria médica,
como as "mentiras oficiais" antigamente divulgadas
pelo governo e pela indústria para apoiar testes nucleares
e usinas atômicas. A censura foi ferramenta essencial
usada contra os dissidentes durante os episódios anteriores
e hoje está novamente sendo usada para silenciar os
críticos
da AIDS;
- freqüentemente, conservadores apóiam a histeria
da AIDS porque lhes oferece mensagens para deturpar a
sexualidade como
sendo inerentemente perigosa e má, ou para afirmar que
a AIDS é " o castigo de Deus para os homossexuais
e drogados pecaminosos". Os liberais muitas vezes apóiam
a histeria da AIDS, porque se enquadra bem no auto-retrato
como "amigos de homossexuais e viciados perseguidos" e
evita qualquer crítica desagradável sobre aquilo
que alguns gays e viciados na realidade fazem para adoecer.
Ambos os enfoques políticos são mal direcionados
e carecem de base científica.
Ciência por decreto
A tese duvidosa de que a AIDS era causada pelo vírus HIV foi anunciada
durante uma conferência da imprensa em Washington — no mesmo dia
em que entraram com requisição da patente para um "teste do
vírus da AIDS". Somente mais tarde os estudos inacabados foram apresentados
em periódicos científicos — de forma bem protegida contra
crítica científica eficaz.
A "descoberta" degenerou rapidamente em ações judiciais
internacionais, pois as amostras originais do vírus haviam sido, na verdade,
roubadas de pesquisadores franceses. Os cientistas americanos e franceses chegaram
a um acordo e uma florida "história oficial" foi escrita pelos
protagonistas que, depois, compartilharam os lucrativos direitos de patentes.
Surgiram acusações de fraude científica e toda a "descoberta
do HIV" está manchada por ganância e luta pelo poder.
Hoje, a pesquisa da AIDS é dirigida somente à hipótese
do HIV. Outras teorias sobre AIDS não recebem nenhuma verba para pesquisas.
A pesquisa da AIDS é dominada por interesses estabelecidos, que perderiam
bilhões se a imunodeficiência adquirida fosse reconhecida como não
contagiosa, causada por drogas ou fatores ambientais.
O "teste do HIV" não
tem valor
Em todo o mundo, cientistas independentes questionam
a precisão dos assim denominados " testes da AIDS" (ELISA
e Western Blot), mostrando, em pesquisas controladas, uma percentagem muito
elevada de reações cruzadas falsas positivas devidas a fatores
diferentes do HIV. Exposição anterior a tuberculose, clamídia,
pneumonia, malária e outras 50 doenças podem ser causa de um
resultado "soropositivo".
Testes falsos positivos também ocorrem quando uma pessoa tem um histórico
de amplo uso de antibióticos ou recebeu proteínas de sangue
alheio (como em transfusões de sangue). Em resumo, os "testes
da AIDS" são
um arriscado charlatanismo médico oficial.
Se a pessoa teve um "resultado positivo" em um dos assim chamados "testes
de AIDS", a única declaração cientificamente válida
que pode ser feita é que — no passado, ou recentemente, ela esteve
exposta a algum fator imunossupressor. Talvez tenha tido pneumonia, uma DST (Doença
Sexualmente Transmissível) comum, recebeu uma transfusão de sangue,
uma vacina... ou tomou algum antibiótico. Talvez tenha estado exposta à malária
ou à tuberculose em algum momento da vida. Basta isso para provocar um " teste
positivo", que nada informa sobre a presença do pretenso HIV.
O "super vírus HIV",
como o super-homem, é um mito
Afirma-se que o HIV causa sintomas de muitas doenças
fatais diferentes — mas apenas após dez anos ou mais. Até mesmo
quando a pessoa está gravemente doente, supostamente morrendo de AIDS, é difícil,
senão impossível, cultivar HIV de seu organismo. Pode haver
um grande número de outros micróbios, mas se a pessoa foi etiquetada
de "soropositiva", todos aqueles outros micróbios, via
de regra, são ignorados.
Além disso, fotos microscópicas do puro HIV isolado nunca foram
feitas ou publicadas, não obstante as afirmações
contrárias.
Chimpanzés, repetidamente injetados com o suposto HIV vivo, podem
apresentar uma reação típica de anticorpos, mas continuam
saudáveis,
exceto pelos problemas provocados por anos de vida em uma gaiola de laboratório.
Da mesma forma, supostos acidentes com HIV por picadas de agulha entre o pessoal
da saúde não produzem sintomas da AIDS — a menos que a medicação
tóxica da AIDS seja ingerida. Estes e outros problemas graves atormentam
a pesquisa da AIDS, mas pouco disso é abordado na informação
divulgada pela mídia — informação destinada, na maioria
das vezes, a assustar as pessoas desnecessariamente.
AIDS não é contagiosa
A verdadeira AIDS — na realidade uma disfunção
do sistema imunológico — continua hoje, após mais de
20 anos, a afetar somente pessoas com fatores de riscos não contagiosos
bem conhecidos.
- A minoria de homossexuais masculinos que freqüentam as saunas e têm
um estilo de vida folião, famoso pela ingestão de vastas quantidades
de álcool, cocaína, anfetaminas, maconha, poppers (inalante
de nitrato), excesso de antibióticos (como proteção
contra as DSTs comuns nas saunas) e uma variedade de outras drogas e medicamentos.
- Usuários de drogas intravenosas, que estão constantemente
injetando substâncias alheias imunossupressivas na circulação
sangüínea (com ou sem agulha limpa) e que freqüentemente
também estão mal nutridos.
- Hemofílicos, cujo histórico de fraqueza imunológica
e múltiplas transfusões de proteínas de sangue alheio
começou muito antes da era da histeria da AIDS. Em seu conjunto, os
hemofílicos vivem hoje mais tempo do que antigamente, apesar de muitos
estarem supostamente infectados com um HIV mortal.
- A aceitação indiscriminada da "Autoridade Médica" também é um
fator de risco... pois o diagnóstico "positivo" conduz
a um medo mortal, com graves efeitos psicossomáticos. A maioria
dos médicos prescreve medicamentos tóxicos contra a AIDS,
como o AZT (outrora proibido na quimioterapia do câncer), que ataca
o DNA celular produzindo sintomas de imunodeficiência, indistinguíveis
do quadro clínico da AIDS. Estudos clínicos indicam que o
AZT pode matar de 50% a 75% daqueles que o tomam regularmente. Outras drogas
do "coquetel contra AIDS" não são menos agressivas.
- A vida de muitas pessoas perfeitamente saudáveis está sendo
destruída pelo diagnóstico charlatão da AIDS; perdem
seu emprego e sua família devido às reações pública
histéricas. Ficam doentes devido às drogas tóxicas contra
AIDS e não recebem tratamento para seus verdadeiros fatores de risco
(se é que existem). Fundamentalistas do HIV estão adquirindo
um poder médico policial cada vez maior para intervir nas vidas de
pessoas comuns.
- Médicos e assistentes sociais chegam ao absurdo de ameaçar
retirar à força o bebê da mãe "soropositiva" que
se recusa a tomar AZT e outros "medicamentos" letais. A Organização
Mundial da Saúde está, equivocadamente, aconselhando as mães
do Terceiro Mundo a evitar a amamentação — baseada na
idéia completamente sem fundamento de que "o HIV é transmitido
pelo leite materno".
Pare agora com a histeria da AIDS!
Aprenda os fatos antes que sua vida ou
a vida de pessoas amigas seja destruída
pela ignorância médica e por mentiras letais!
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Fonte: Group for the Scientific Reappraisal of AIDS, Los Angeles, www.rethinkingaids.com |
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