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Transmissão
do HIV de mãe para filho
Acabamos de receber
da Austrália um livro mostrando que essa transmissão
não existe, nem durante a gestação, nem
durante a amamentação. O conteúdo do livro é dividido
em seis partes, descrevendo detalhadamente as pesquisas realizadas
por uma equipe de cientistas mundialmente conhecidos, sob a liderança
de Dra. Eleni Papadopulos-Eleopulos, biofísica do Departamento
de Física Médica, e Dr. Valendar F. Turner, médico
do Departamento de Medicina de Emergências, ambos do Royal
Perth Hospital na Austrália. Os cientistas que integraram
a equipe pertencem à Austrália, à Colômbia, à África
do Sul, aos EUA, à Áustria e à Inglaterra.
MOTHER
TO CHILD TRANSMISSION OF HIV
AND ITS PREVENTION WITH AZT
AND NEVIRAPINE
A critical analysis of the evidence
Transmissão do HIV de mãe para filho e sua prevenção
com AZT e NIVERAPINE
Uma análise crítica
das provas
Eleni Papadopulos-Eleopulos e outros
Perth Group, Perth, Austrália,
2001, 204 p
Parte I
Testes usados para detectar uma infeção
por HIV
Conclusão:
Embora praticamente todos aceitem que os exames diagnósticos estejam baseados
na existência comprovada de proteínas e ácidos nucléicos
do HIV, a validade de todo e qualquer exame de laboratório atualmente
usado para provar uma infeção pelo HIV, foi contestada pelos próprios
defensores do HIV. Entretanto, esses testes constituem a base para as afirmações
de que existe uma transmissão de um retrovírus letal de mãe
para filho.
Parte II
Evidência epidemiológica
da transmissão do HIV de mãe para filho
Conclusão:
Até hoje não existe nenhuma prova de que o HIV — mesmo que
se suponha sua presença na gestante — seja transmitido de forma
perinatal para o filho.
Parte III
Amamentação e transmissão
do HIV
Conclusão:
Os dados atualmente disponíveis não comprovam que o HIV pode ser
transmitido pela a amamentação.
Parte IV
A pretensa comprovação
de que o AZT e a Nevirapina reduzem a transmissão do HIV de
mãe para filho
Conclusão:
Atualmente, não existe comprovação de que o recém-nascido
seja infetado por sua mãe, quer seja in utero ou post partum por
um retrovírus HIV, ou que isso possa ser prevenido por AZT ou Nevirapina.
Parte V
Prevenção alternativa
da pretensa transmissão do HIV de mãe para filho
Conclusão:
Muitos fatores afetam a pretensa TMF (transmissão de mãe para filho).
Um enfoque da TMF, levando em consideração esses fatores, vai produzir,
não apenas uma diminuição da TMF, mas também uma
melhoria generalizada no estado de saúde de mães e filhos.
Parte VI
Conclusão geral:
No final do livro, os cientistas apresentam um resumo dos estudos realizados.
Eles enfatizam os testes do HIV, a evidência epidemiológica, a distribuição
racial, o número restrito de casos pediátricos de AIDS e as causas
de óbito nas crianças supostamente infectadas pelo HIV, concluindo:
A medida necessária e suficiente para diminuir a mortalidade infantil
no mundo em desenvolvimento — incluindo as mortes por "AIDS" bem
como os fenômenos que alegadamente provam uma infeção pelo
HIV — e, portanto, a pretensa transmissão do HIV de mãe para
filho, é a eliminação da pobreza.
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