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Depoimento de um soropositivo
Alejandro
(Cubano residente em Miami)
Cheguei de Cuba em 1993.Como todos os cubanos que chegam em
solo americano, tive a sorte de adquirir a residência nos Estados Unidos.
Os primeiros tempos foram terríveis psicológica, mental e emocionalmente.
Tive que adaptar-me a um mundo novo e diferente, resignar-me a estar
completamente só, separado de toda a família, que ficou na ilha, e suportar
a angústia de retomar as rédeas de minha vida.
Precisamente nesse período de estresse e angústia, fiz vários exames
clínicos, entre eles o teste do HIV. Uma semana depois, chegou a notícia
pelo médico: "
Seu teste do HIV deu positivo". O impacto psicológico foi
terrível. Saí rapidamente do consultório, caminhei pelo parque sem saber
para onde ir, aturdido, com as mãos na cabeça como um louco... Cheguei a
pensar em me suicidar.
Passados alguns dias, aceitei meu novo estado: uma sentença de morte por
padecer de uma doença mortal, contagiosa e incurável (pior que câncer). O
curioso é que me sentia com perfeita saúde até o momento em que havia
recebido a notícia. Já me adaptando à nova "pátria", estava
alegre, forte, com saúde; nada me doía e tinha o desejo de viver.
Entretanto, a partir desse momento, minha vida mudou por completo.
Separei-me de minha noiva, por medo de contagiá-la, e sem poder lhe dizer o
motivo da ruptura. Afastei-me dos amigos. Quase perdi o trabalho, porque
não conseguia concentrar-me.
O médico me disse que eu devia começar a tomar os medicamentos contra AIDS.
Mandou tomar AZT, 3 TC e mais outro, que agora não me lembro. Eu devia
tomar aquele "coquetel" três vezes ao dia. A partir do momento em
que comecei a tomar os medicamentos, realmente comecei a ficar doente.
Perdi o apetite, me senti cansado, os músculos doíam e a cabeça também,
sentia náuseas, comecei a ter problemas de digestão e, pela primeira vez,
tive anemia. Sentia-me terrivelmente mal e, quando expliquei isso ao médico,
ele disse que era a AIDS.
No início do ano 2000, ouvi falar pela primeira vez de um grupo de pessoas
que haviam fundado uma organização para oferecer informação, orientação,
assistência e conselhos aos casos como o meu — e em espanhol! Logo liguei
para o Diretor, o Sr. Gerardo Sánchez, cubano como eu. Uma noite nos
encontramos em uma cafeteria e, durante duas horas, ouvi atentamente tudo o
que ele me dizia referente à outra visão não oficial que seu grupo
defendia. Minha esperança de vida ficou renovada e senti um grande alívio.
Ele me ofereceu uma série de documentos para me informar, pois essa foi a
ênfase em sua conversa: informar-me. E assim fez.
Fiquei atônito ao saber que, no mundo, havia mais de 32 milhões de pessoas
como eu, que não adoeceram de AIDS — com teste positivo do HIV — e que,
além disso, nunca haviam tomado os famosos coquetéis — muitos deles durante
mais de 15 anos. Eu pensava que a AIDS era algo novo, porém existem casos
registrados na literatura médica desde o ano de 1872. O mais surpreendente
foi saber que não existe prova científica da existência do famoso HIV. O
mais devastador foi conhecer a enorme lista de efeitos colaterais causados
pelos medicamentos receitados contra a AIDS.
A partir da entrevista com o Sr. Sánchez, segui seus conselhos. Dediquei-me
a pesquisar e procurar na Internet. Entrei em contato com cientistas em
cinco continentes e telefonei para dezenas de pessoas. Além disso, entrei
em contato com diversos grupos, organizados em diversas partes do mundo, que
haviam vencido a AIDS com tratamentos naturais, alternativos e holísticos.
Todos gozam de perfeita saúde.
A primeira coisa que fiz foi tomar as rédeas da minha saúde e da minha
vida. Embora muitos me critiquem, acho que a minha saúde é importante
demais para atrever-me a colocá-la nas mãos de um médico.
Suspendi, por iniciativa própria, todos os medicamentos que estava tomando
contra a AIDS, pois queria desintoxicar-me. Comecei a desintoxicar meu
organismo e a fortalecer a defesa imunológica com produtos naturais. Também
comecei a fazer exercícios: caminhadas rápidas durante 45 minutos, três
vezes por semana.
Suspendi a carne vermelha e reduzi o consumo de aves. Suspendi o leite de
vaca e todos os seus derivados, substituindo-os por soja. Comecei a adoçar
meus alimentos com mel de abelha; suspendi o café e o cigarro que havia
fumado durante 15 anos. Para fortalecer o sistema imunológico e
desintoxicar-me, segui a seguinte norma:
a) Pela manhã, tomava uma
colher de pólen.
b) Três vezes ao dia tomava meia xícara de cafezinho de um tônico
elaborado com Ginseng e várias ervas.
Uma fórmula milenar.
c) Uma vez por dia tomava uma cápsula de Echinácea que contém,
além desta planta, própolis e vitamina C. Esta combinação é um magnífico
antibiótico natural.
Após um mês levando esse novo estilo de vida, já conseguia
dormir oito horas profundamente. Todos os meus males e dores foram
desaparecendo a tal ponto que me sentia quase em perfeitas condições.
Passados três meses, gozava de perfeita saúde.
Como ninguém pôde me mostrar um documento que prove cientificamente que o
HIV existe e, principalmente, que seja a causa da AIDS, nem que a
"carga viral" seja eficiente e que a AIDS seja contagiosa, não
creio nessa invenção estranha.
Acima de tudo, nem louco tornaria a tomar um medicamento, especialmente
algum criado para "combater" a AIDS.
Entretanto, como sei que a imunodeficiência é adquirida pela exposição a
fatores estressantes (nutricionais, mentais, físicos, biológicos e
químicos), tomo cuidado para não me expor a essas circunstâncias.
Sobretudo, não deixo de tomar o pólen granulado e muito menos o tônico,
pois este produto fortaleceu a minha defesa e, desde que o tomo, tenho
energia e desejo de trabalhar. Não me canso e estou bem alimentado, apesar
de comer menos alimentos, porém bem selecionados. As hortaliças e as frutas
não faltam nas refeições.
Hoje estou casado, minha esposa espera um nenê e todos estamos com saúde
física, mental e espiritual. Graças a Deus não me deixei arrastar por essa
loucura.
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Fonte: Revista
" Alma y Salud", nº 3, março
2002, editada pelo Grupo
Nacional Cristiano pro Alternativas para el SIDA, em Miami, Flórida, EUA
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Publicação
trimestral gratuita para os soropositivos.
Editada em Miami.
Pedidos para Gerardo Sanchez
ggsn1@att.net
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