|
|
AIDS
segundo Lynne McTaggart
Desde 1990, compartilhamos com nossos leitores nossa
crescente suspeita de que a AIDS era mais do que uma simples infecção.
Com o passar do tempo, a descrição de como evoluía se tornava cada vez mais
dissimulada. De acordo com a teoria original proposta por Robert Gallo, do
Instituto Nacional do Câncer, nos Estados Unidos, e Luc Montagnier, do
Instituto Pasteur, em Paris, esse vírus tinha a capacidade, exclusiva na
história das moléstias infecciosas, de convencer o sistema imunológico a
suicidar-se.
Então, alguns céticos, como o Dr. Peter Duesberg, destacado especialista em
retrovírus e professor de biologia molecular da Universidade da Califórnia,
virou essa hipótese do avesso. Duesberg apresentou um argumento científico
muito bem fundamentado, segundo o qual a AIDS não passava, em suas
palavras, de “25
doenças há muito
conhecidas e, em parte, sem qualquer relação entre elas”, que
foram redefinidas como AIDS somente porque ocorrem em pacientes
diagnosticados como soropositivos por meio de exames de sangue altamente
duvidosos.
Foi Duesberg quem primeiro sugeriu que a AIDS era uma doença relacionada ao
estilo de vida. Ele argumentou que as práticas entre a comunidade gay — grande número
de parceiros sexuais, relações anais receptivas, exposição constante a
drogas recreativas, em especial os nitritos —, acabaram subjugando o
sistema imunológico. Impurezas no sangue causaram o colapso do sistema
imunológico nos hemofílicos ou receptores de transfusões de sangue, assim
como ocorria com os opiáceos entre os consumidores de drogas. Entre os
africanos, a AIDS foi causada pela desnutrição.
A AIDS não passa de um rótulo para doenças antigas.
A teoria, porém, ainda apresentava alguns pequenos problemas. Por que os gays que não usavam poppers contraíam a
AIDS? E como explicar os bebês soropositivos? Por que Arthur Ashe – campeão
de tênis – morreu em conseqüência de uma única transfusão de sangue?
Essas perguntas foram respondidas pelas brilhantes descobertas do Dr.
Mohammed Ali Al-Bayati. O Dr. Al-Bayati, toxicólogo e patologista,
descobriu, por acaso, que o uso regular de esteróides causa grave supressão
da defesa imunológica que, para todo o mundo, parece ser AIDS.
À medida que o Dr. Al-Bayati se aprofundava em suas pesquisas, constatou
claramente que um fator conectando quase todos os grupos de alto risco é o
uso regular de esteróides. No caso dos africanos, já se sabe há muito tempo
que desnutrição prolongada acaba causando o colapso do sistema imunológico.
Mas, para todos os fins e propósitos, ele argumenta, o tratamento com
esteróides é AIDS.
Isso significa que nossa tecnologia médica ficou tão fora de controle que
tem a capacidade de extermínio em massa, assim como a peste. A AIDS é a
última palavra em doença iatrogênica.
Meu herói médico e mentor, Dr. Robert Mendelsohn, escreveu em Confessions of a Medical Heretic
(Confissões de um médico herege): “Acredito que mais de 90% da Medicina Moderna
poderia desaparecer da face da terra – médicos, hospitais, medicamentos e
equipamentos – e o efeito sobre nossa saúde seria benéfico e
imediato”.
Esse é, sem dúvida, o caso da AIDS. Os medicamentos para um problema de
saúde causam a própria doença e, se não matarem, então o coquetel letal de
medicamentos — usado para tratar a doença causada pela primeira série de
remédios — completará o serviço.
A única maneira de vencermos a guerra contra a AIDS é tomarmos consciência
de que hoje algumas das mais poderosas armas de destruição em massa no
universo estão na maleta preta do seu médico.
Como os esteróides causam AIDS —
Uma agressão sistemática ao organismo
Os
esteróides exercem um efeito violento e
de amplas conseqüências sobre muitos sistemas do organismo.
Sistema
imunológico:
- reduzem as
funções e o número de células T e B e outros linfócitos e
macrófagos;
- atrofiam os
nódulos linfáticos e o timo, aumentam a incidência de infecções por
patógenos oportunistas;
- aumentam a incidência
de câncer;
- alteram os
linfócitos;
- suprimem a
reação do organismo a antígenos (agentes estranhos) e diminuem o
acesso das células linfáticas a antígenos nos locais de inflamação;
- aumentam a
incidência de linfomas;
- reduzem a
liberação de monócitos e macrófagos da medula óssea e o seu número
em circulação;
- reduzem a
capacidade do organismo de livrar-se de bactérias e fungos;
- causam a morte
de leucócitos.
Glândulas
supra-renais:
- Causam
insuficiência supra-renal
Sistema
respiratório:
- a inalação de
esteróides como um aerosol (por exemplo Beclovet) aumenta as
infecções por Candida albicans e por Aspergillus niger
na boca e na faringe e, às vezes, na laringe. Culturas
comprovam a presença de Candida em 75% dos pacientes.
Pele:
- as feridas
custam a sarar;
- causam diversas
modificações na pele, incluindo erupções, como acne, atrofias e
estrias;
- aumentam o risco
de infecção da pele causada por bactérias e fungos;
- aumentam a
incidência do sarcoma de Kaposi.
Músculos e
ossos:
- causam
fraqueza dos músculos e problemas ósseos;
- interferem
no crescimento dos ossos, músculos e outros tecidos.
|
_____
Lynne Mc Taggart é editora da revista " What Doctors Don't Tell You" e autora dos livros " The Field " e " What Doctors Don't Tell You ".
|
|