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Breves
A profissão médica e a AIDS
Anthony Brink, advogado da Corte Suprema do Tribunal de
Pietermaritzburg, na África do Sul escreveu:
“Gozando
de um status social prestigioso, os médicos funcionam, na realidade, na
base da escala hierárquica do complexo médico industrial. Para as empresas
farmacêuticas eles não são mais do que o elo executante, aqueles que emitem
as receitas indispensáveis que tornam a indústria farmacêutica uma das
atividades legais mais lucrativas do planeta.
Eis um simples fato
que mostra bem os limites impostos atualmente à liberdade de julgamento e à
ação dos médicos. Se um deles está convicto da total inutilidade e da
grande toxicidade da quimioterapia contra o câncer e se recusa a aplicar
este tratamento padrão, ele sofre graves sanções.
Imaginem os problemas
que enfrenta o médico que — após estudo detalhado da questão — chega à
conclusão de que o teste da soropositividade do HIV não tem valor, porque
não indica mais nada do que uma atividade imunitária exagerada e não
específica. Sua recusa de utilizar este teste arbitrário, positivo ou
negativo, equivale uma sentença de vida ou de morte.
Na raiz do fenômeno
AIDS se encontra uma enorme associação de interesses que tem um vasto poder
econômico e político e que se apóia mutualmente. Os médicos que ousam
desafiar esta ordem estabelecida colocam a sua carreira em risco!” (www.virusmith.com)
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