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O
projeto do genoma humano
é insignificante e irrelevante
Vernon Coleman
Nos últimos meses, você provavelmente
leu um monte de bobagens nos jornais e revistas — e escutou
asneiras ainda maiores na televisão e no rádio — dizendo
que a engenharia genética vai tornar possível a cura
de muitas doenças. A doença que quase sempre mencionam é o
câncer.
Quando cientistas declararam ter desvendado a estrutura genética
dos seres humanos, os jornais se cobriram de manchetes alegando
que os médicos logo seriam capazes de usar a nova tecnologia
para prevenir ou curar câncer de mama, câncer de próstata,
câncer de bexiga e outros grandes assassinos.
Quando li essas manchetes, não sabia se chorava de frustração
ou gritava de raiva. A verdade é que essas declarações
simplesmente não são verdadeiras.
A verdade é que a influência genética no desenvolvimento
do câncer é muito menos significativa que as influências
ambientais. Seu estilo de vida — aquilo que come, o que faz,
como vive etc. — tem influência muito maior na sua
possibilidade de desenvolver câncer do que a sua estrutura
genética.
Estudos recentes mostraram que, mesmo que sua irmã gêmea
(com genes idênticos) tenha câncer de mama, o risco
de você também desenvolvê-lo é de apenas
13%.
A verdade — que nem cientistas nem jornalistas querem aceitar — é que
as influências genéticas são mínimas
e relativamente insignificantes. Cientistas não querem aceitar
a verdade porque há muito dinheiro envolvido na engenharia
genética e na biotecnologia. Jornalistas gostam da engenharia
genética em parte porque é mais emocionante que a
verdade e, em parte, porque os donos dos veículos de comunicação
para os quais trabalham preferem promover um conceito extremamente
lucrativo (engenharia genética) a atacar indústrias
lucrativas (como a indústria alimentícia), uma das
principais causas de câncer no nosso mundo moderno.
É mais provável que doenças comuns como o câncer
de cólon e reto, câncer da próstata, do pulmão e
do estômago sejam provocadas por fatores ambientais — o que bebemos,
comemos, fumamos e respiramos, a maneira que vivemos — do que por fatores
genéticos.
Desvendar o genoma humano foi um desperdício colossal de
tempo e dinheiro — exceto para a indústria farmacêutica
e outras que vão fazer fortuna vendendo produtos que não
funcionam e dos quais não precisamos.
Não precisamos de cientistas genéticos.
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Fonte: Vernon Coleman's Health Letter vol 5 nº 2
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