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Cuidado, Flúor!

M.O. Bruker

Cuidado, Flúor! Na assim chamada ciência, ocorrem, perante nossos olhos, acontecimentos inacreditáveis. Um deles é a questão da fluoretação. Segundo afirmam, a fluoretação da água potável, a distribuição de comprimidos de flúor e a aplicação de flúor tópico — tudo isso visa evitar as cáries.

Antigamente, questões polêmicas eram discutidas por cientistas independentes, sem interferência de pessoas motivadas por interesses alheios à ciência. Hoje, questões polêmicas não são mais decididas com base em fatos científicos, mas as opiniões são revertidas de um manto científico. É o caso da fluoretação, que há muito tempo não é mais uma questão científica, mas um problema puramente econômico. Na Alemanha, a questão da fluoretação foi abordada sem tratar da saúde, mas só de negócios planejados e que valem milhões.

O uso do flúor para evitar a cárie dos dentes é recomendado por representantes das indústrias, que têm muito interesse nos lucros deste “negócio saudável”. Os dentistas, ignorando o perigo, servem de intermediários e as crianças inocentes são as vítimas.

No programa ambiental da Alemanha consta: “O flúor foi reconhecido como a causa de muitos danos em plantas e animais, que até agora só tinham sido atribuídos a outras substâncias, principalmente ao anidrido sulfuroso”. Argumentos contrários são ignorados, criticados e tachados de polêmicos e sem propósito. Apresentam estatísticas há muito superadas.

A cárie dental não é uma doença causada pela falta de flúor. É o primeiro sinal de alerta de um problema do metabolismo que afeta todo o organismo devido a uma alimentação errada. A cárie dental e outras doenças da civilização causadas pela má alimentação podem ser evitadas — sem riscos — com uma alimentação integral rica em elementos vitais, sem carboidratos refinados.

Do ponto de vista médico, as medidas de fluoretação não podem ser recomendadas enquanto cientistas renomados estão alertando para os riscos. A afirmação que “só a dose faz o veneno” não vale para aplicação a longo prazo, nem leva em conta o efeito cumulativo.

Impressionante é a mudança de opinião em algumas instituições. O Ministério da Saúde da Alemanha, nos anos 70, havia recusado a fluoretação da água face à documentação esmagadora. Depois voltou a planejar a fluoretação da água potável, acompanhada pela propaganda orientada pela indústria do açúcar. Em relativamente pouco tempo, a influência do poder econômico conseguiu persuadir os órgãos do governo. Devido à influência do poder econômico, não há possibilidade de informar corretamente toda a população e de mostrar como as informações são deturpadas.

Existe uma coisa em jogo: o poder mundial da indústria açucareira teme a queda do consumo de açúcar. As indústrias fabricantes de flúor, pasta de dentes com flúor etc. também sofreriam. A fluoretação, que é imposta na forma de um tratamento coletivo obrigatório, foi transformada em questão política. A prevenção, imposta pela força, elimina a iniciativa própria dos pais e a responsabilidade pela saúde.

Já foi demonstrado há muito tempo que a causa da cárie — verdadeira praga — é a ingestão de açúcar refinado. A cárie dental é uma doença da civilização ocasionada pela ingestão de carboidratos refinados (açúcar refinado e farinha branca). Em primeiríssimo lugar está o açúcar refinado. Como o dente é o melhor indicador da saúde do organismo, junto com as cáries estão aumentando as outras doenças da civilização ligadas à alimentação. Também está provocando as doenças do aparelho locomotor, como o reumatismo — outra praga. Ainda está na origem das doenças do metabolismo como diabetes, obesidade, formação de cálculos biliares e renais, doenças vasculares, enfarte, muitas doenças do fígado etc.
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Fonte: “Vorsicht Fluor! Das Kariesproblem” (Cuidado, Flúor! O problema das cáries) do Dr. M.O. Bruker, Lahnstein, Alemanha. Coletânea de documentos importantes para pais, dentistas, médicos, políticos, serviços de saúde e serviços públicos que queiram descobrir a verdade sobre o flúor.

 
 
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