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Breves
Veja
o vídeo da Dra. Lorraine Day
sobre DEPRESSÃO e ANGÚSTIA
Como obter um pouco
mais do cérebro
Você gostaria de
aumentar o equilíbrio entre o lado esquerdo e o lado direito do seu
cérebro? Você gostaria de reduzir o estresse?
Aqui está um exercício rápido e simples que pode
auxiliar a equilibrar os hemisférios cerebrais e reduzir o estresse.
Adquira uma bola de borracha esponjosa, mas firme para apertar. Escolha uma
bola ou objeto que caiba confortavelmente na mão.
Como os níveis de estresse se acumulam desapercebidos,
torne um hábito espremer a bola em intervalos durante o dia. Enquanto você
a espreme, imagine que está deixando todo estresse e tensão irem embora. Se
você lembra de alguma coisa que foi estressante, pense nela e ponha o
estresse na bola, apertando-a diversas vezes.
Para aumentar o rendimento cerebral, lembre que o corpo
se conecta cruzado aos hemisférios cerebrais. Tudo que você precisa fazer
para ativar um hemisfério é começar a usar o lado oposto do corpo. Se você
quer mais habilidade referente ao lado direito do cérebro para algo como
criatividade, simplesmente aperte a bola com a mão esquerda. Se você quer
mais habilidade referente ao lado esquerdo, para algo como lógica e
matemática, simplesmente aperte a bola com a mão direita. (Conselho de Eldon Taylor,
criador de Inner Talk, Conversa Interior)
Não tome muito café!
O consumo de grande
quantidade de cafeína pode produzir sintomas
indistinguíveis daqueles da ansiedade — tais como nervosismo,
irritabilidade, tremedeira, insônia, respiração rápida, palpitações,
arritmia, diurese, rubor e distúrbios intestinais.
Embora seja bem conhecido que tomar café demais pode
causar ansiedade e os sintomas relacionados, um número muito grande de
médicos e pacientes esquecem essa conexão quando estão confrontando
sintomas de ansiedade. Talvez os médicos estejam condicionados pela
indústria farmacêutica a relacionar a ansiedade a uma deficiência de
benzodiazepina (por exemplo, Valium).
Alguns anos atrás, um jovem músico contou que se
submeteu, devido a ansiedade crônica, durante seis anos a psicoterapia. Um
dia lhe caiu na mão uma revista com um artigo informando que cafeína causa
ansiedade. Ele parou com seu habito de tomar seis latas de Pepsi por dia e
sua ansiedade prontamente desapareceu. (Greden JF. Anxiety or caffeinism: a diagnostic dilemma. Am J
Psychiatry 1974; 131: 1089-1092)
Intoxicação por
mercúrio
Dr. Michael Yeung
(toxicólogo em medicina relacionada a metais) e Dra. Lillian Ko de Hong
Kong apresentaram uma pesquisa mostrando a relação entre doenças do sistema
nervoso e a grande prevalência de toxicidade por mercúrio nas crianças de
Hong Kong. www.ibcmt.com
Acessos de pânico
"Há diversos anos
sofro de acessos de pânico. Nem psicoterapia nem medicamentos me ajudavam a
combater a transpiração e a falta de ar. Recentemente, encontrei um método
simples de contornar esta situação: tão logo sinto surgir o pânico fico
contraindo todos os músculos com toda a força. Depois solto e repito até me
acalmar". (Simone)
A maconha como droga e como
medicamento
Dr. Julius Kiboi, um neurocirurgião
que dedicou parte de sua carreia à reabilitação de dependentes, afirma que "um dos
aspectos mais graves é que ela pode causar esquizofrenia, quando pessoas
sofrem de sintomas terríveis, como ouvir vozes internas ou acreditar que
outros estão lendo sua mente, controlando seus pensamentos ou tramando
contra elas. Vi homens inteligentes e trabalhadores e a vida de mulheres,
na escola e no trabalho, arruinados pela maconha." (AIDMatters, TALC, nº3, 2003)
Entretanto, a maconha
também tem virtudes medicinais que não podemos esquecer. A maconha (Cannabis) representa uma solução
surpreendente para a náusea e o enjoo matinal grave da gestante (hyperemesis
gravidarum)
contra os quais não se conhece outro remédio eficaz. Esta planta proibida
já salvou a vida de gestantes e seus filhos. Portanto, o uso medicinal deve
ser permitido. (Erin Hildebrandt, Mothering, maio/junho de 2004,
nº 124).
Tranqüilizantes
durante a gravidez também causam autismo
Pesquisas realizadas na
Suécia mostram que tranqüilizantes receitados, com tanta falta de cuidado,
para gestantes podem causar dificuldades de aprendizado e autismo na
criança. Estudos mostram que antidepressivos podem ser ainda piores. Mesmo
quando a mãe não toma qualquer medicamento durante a gravidez, as pesquisas
mostram, novamente, um risco maior de autismo após um parto com anestesia
geral ou durante um parto difícil, quando grande quantidade de diazepam e
outros medicamentos é usada.
Como medicamentos psicotrópicos podem afetar o DNA,
esses problemas podem passar de geração em geração. Embora
as mães sejam advertidas do perigo de fumar e tomar bebidas alcoólicas
durante a gravidez, nenhuma delas sabe do perigo bem maior que oferecem
esses medicamentos. Assim, é possível que milhares de crianças no mundo
inteiro tenham sido, prejudicadas dessa forma em famílias sem histórico
anterior de autismo ou problemas de aprendizado. (Margaret Bell,
Londres, Inglaterra)
Você ingere petróleo?
Se você come alimentos
que contêm corantes artificiais, a resposta é SIM. Os corantes artificiais
— encontrados nos alimentos industrializados, nos medicamentos e em alguns
cremes dentais — são sintetizados de petróleo. Muitas pessoas são sensíveis
a esses produtos químicos, que podem provocar grande número de problemas de
comportamento, aprendizado e saúde. "Sabores e
cores artificiais são associados com problemas respiratórios alérgicos,
urticária, lesões na língua e em mucosas - como na boca, problemas
digestivos, dores de cabeça, bem como distúrbios comportamentais, incluindo
a hiperatividade
na infância".
Erva cidreira
Pesquisadores da
Universidade Northumbria em Londres comprovaram, que a erva cidreira é boa
para a memória. A planta aumenta no cérebro a acetilcolina, uma substância
neurotransmissora, que contribui para a capacidade da memória. Os
pesquisadores dizem, que a planta poderia, portanto, ser útil para doentes
que apresentam demência, pois está comprovado, que estes pacientes
apresentam carência de acetilcolina. (BRITISH
PSYCHOLOGICAL SOCIETY)

Lavanda
À planta medicinal
lavanda (lavandula) até hoje era atribuída um
efeito apenas calmante. Agora, porém, um grupo de psicólogos da
Universidade da Northumbria da Grã-Bretanha afirma que a planta tem um efeito
muito mais amplo. Apresentaram no Encontro Anual da Associação de
Psicólogos Britânicos seus estudos, que mostram como o perfume da lavanda
fortalece a atenção e a memória. (Texmanufaktur)
Estressado? Coma chocolate
Comer chocolate provoca
a mesma resposta química no cérebro como as drogas poderosas contra
ansiedade, como o Prozac. Em um estudo publicado pelo American
Journal of Psychiatry, o Professor Gordon Parker da Universidade de New
South Wales,diz que as pessoas com depressão que comem chocolate, na
realidade, talvez estejam se automedicando e usando o chocolate como uma
espécie de substituto aos antidepressivos.
O Professor Parker diz que comer chocolate provoca uma
reação hormonal e química que espelha a ação de um tipo específico de medicamentos
conhecidos como SSRI, Inibidores seletivos de receptação de serotonina.
Quando os carboidratos e o açúcar no chocolate alcançam
o sistema digestivo, inundam o cérebro com hormônios do bem-estar, as
endorfinas. Eles também contêm uma substância química, chamada
L-triptofano, que é similar aos medicamentos SSRI. Esses alimentos acalmam
e reduzem o estresse e, até certo ponto, aliviam a depressão de forma
natural. (The Courier-Mail, setembro, 2002)
Pesticidas e agressão
Um estudo recente
realizado no México — de crianças com quatro a cinco anos de idade —
mostrou uma diminuição significativa na habilidade mental e um aumento no
comportamento agressivo entre as crianças expostas a pesticidas. Elizabeth
A. Guillette e seus colegas estudaram dois grupos de crianças indígenas,
que vivem no vale do Yaqui no Norte de Sonora. Um dos grupos de crianças
vive nas baixadas dominadas por uma agricultura com uso intensivo de
pesticidas (45 ou mais pulverizações por ano). O outro grupo de crianças
vive nas montanhas onde os pais cultivam roças sem uso de pesticidas. As
crianças expostas aos pesticidas eram muito menos resistentes, sua
coordenação mão/olho era inferior e não eram capazes de desenhar uma
simples figura humana — o que as crianças das montanhas faziam com
facilidade.
No estudo de E Guillette encontramos, principalmente,
uma descrição do comportamento das crianças expostas aos pesticidas: "Algumas crianças do vale
foram observadas batendo em seus irmãos, ao passar por eles, e ficavam
rapidamente agitadas e furiosas com qualquer repreensão dos pais, por menor
que fosse. Esse comportamento agressivo não foi notado nas crianças das
regiões livres de pesticidas". (Environmental
Research Foundation, Annapolis, EUA)
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