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Breves
Gravidez e parto
Prevenindo eclâmpsia
O Dr. Tom Brewer descreve em seus livros What Every Pregnant
Woman Should Know e The Brewer Medical Diet as pesquisas
que há mais de 60 anos comprovam que uma dieta de baixas
calorias e restrição de sal, acompanhada de uma prescrição
de diuréticos, contribui diretamente para a eclâmpsia,
partos prematuros e de baixo peso ao nascer. Por que os médicos
ainda estão prescrevendo esta dieta absurda? Leia e chore!
The Blue Ribbon Baby Pages descreve em detalhe a orientação,
estudos de casos e referências científicas para as gestantes
(website www.blueribbonbaby.org).
A contagem de esperma está diminuindo
O Ministério de Saúde da Grã-Bretanha alocou
uma verba de 1.8 milhões de libra esterlinas para quatro
estudos pesquisando a diminuição da contagem de esperma.
Entre as causas possíveis investigadas estão:
- exposição a produtos químicos no lar e
no trabalho;
- a possível afeminação do feto masculino
pelo uso da pílula anticoncepcional e de drogas, durante
a gestação;
- água encanada reciclada, que contêm traços
de hormônios femininos da pílula anticoncepcional;
- consumo elevado de produtos de soja;
- consumo de cigarros e álcool;
- a ordem de nascimento. Irmãos mais moços teriam
contagem de esperma reduzido.
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Fonte: Marie Woolf. Independent, novembro 2002 / Greenhealthwatch,
nº 23
Música para o bebê no ventre
materno
A audição do bebê é, na 28ª semana
de gravidez, o primeiro órgão completamente desenvolvido.
Uma gestante que ouve música suave e canta acalma o bebê por
meio das ondas, das ressonâncias e das harmonias. Provavelmente
a música atue positivamente sobre a evolução
do cérebro. (PulsTipp, setembro 2004)
Embriões
congelados aumentam o risco de gravidez ectópica
Dr. David Keef e seus colegas da Universidade Brown em Providence,
Rhode Island (EUA) comparou o resultado da implantação no útero
de 2.452 embriões "frescos" e 392 embriões congelados
que foram desgelados. A utilização de embriões congelados
causou 17 vezes mais gestações ectópicas (potencialmente
letais). Outra pesquisa detectou defeitos genéticos em embriões
congelados. A autoridade britânica de fertilização e embriologia
humana manifestou grave preocupação. Os resultados das pesquisas
foram apresentadas na conferência da Associação Americana
para medicina reprodutiva.(Maxine Frith. Independent 15.10.03 p 4)
Períodos agudos de fertilidade
O grande mérito do método Billings consiste em ajudar
casais a conceber, em vez de um meio de evitar concepção.
Acho, porém, que é importante que os casais sejam informados
de suas desvantagens tão bem como de suas vantagens.
O nível de eficácia de 97% é baseado
na probabilidade teórica de gravidez para uma mulher com
ciclo menstrual estável e que é capaz de abster-se
da relação por um período de 15 a 18
dias por mês. Somente 1/3 de todas as mulheres têm ciclos
estáveis e muitos casais são incapazes de consentirem
com o prolongado período de abstinência exigido.
Um estudo da OMS de 870 casais em 5 países que usavam o
método Billings, mostrou que, após 16 meses, 44%
deles haviam descontinuado o uso do método e 24% das mulheres
ficaram grávidas.
Além de serem informados do baixo índice de uso e
eficiência, os casais interessados em usarem o método
Billings, devem ser prevenidos do risco de que uma gravidez acidental
pode provocar um aborto espontâneo ou o nascimento de uma
criança física ou mentalmente deficiente. Um estudo
em 155 famílias, que usaram planejamento familiar natural
para espaçar suas gestações, revelou que 23%
das gravidezes acidentais foram anormais, comparadas com 6% das
gestações planejadas. (Tradução
de um artigo de Cynthia P. Green, Washington Star, 16/6/81,
Washington, D.C)
Após o parto
Para que os órgãos abdominais voltem a sua posição
original, as mulheres adotavam um costume muito saudável.
Após o parto, enfaixavam a região do abdome bem justo — nem
apertado, nem solto. Assim mantinham os órgãos no
lugar e, com isso, evitavam a queda do útero e não
ficavam barrigudas. A faixa pode ser substituída por uma
cinta modeladora, que deve ser vestida ainda deitada na horizontal.
De preferência, a mulher continua usando a cinta durante alguns
meses.
Como esse costume caiu em desuso, hoje a maioria das mulheres tenta
desesperadamente melhorar a sua aparência fazendo ginástica
abdominal e encolhendo a barriga.
Reduzindo as náuseas durante a gravidez
Uma pesquisa sueca mostrou como podemos reduzir muito as náuseas
e os vômitos durante a gravidez aplicando acupressão no ponto
P6. (Journal of Reproductive Medicine 2001, vol.46(9):
835-39 / Greenhealthwatch 6 de 2002)
Outro estudo confirmou a eficácia da acupressão no
ponto P6 (determinado pela acupuntura) e acrescentou que essa terapia
tem a vantagem de não
produzir os defeitos congênitos provocados pelos medicamentos
contra náuseas. (Journal of Reproductive
Medicine 2001, vol.46(9): 811-14 / Greenhealthwatch 6
de 2002)

Apresentação
pélvica
Quando o neném estiver na posição pélvica
no final da gestação, a mãe pode ajudá-lo
a virar. Durante o último mês ela deita diariamente
durante 20 minutos com as pernas e as nádegas mais elevadas
do que o restante do corpo. (Dorette Pirovino,
Hombrechtikon)
Colar e não engolir
Nos EUA colocaram o primeiro esparadrapo anticoncepcional
no mercado: Ortho Evra - aprovado pela FDA (órgão
que controla alimentos e medicamentos nos EUA). É considerado
tão eficaz quanto a pílula, mas os efeitos colaterais
são os mesmos: enjôo, tensão nas mamas e,
nas fumantes, o risco de trombose, enfarte e derrame. O esparadrapo,
cor da pele, do tamanho da etiqueta de uma caixa de fósforos, é colado
sobre a barriga ou as nádegas. Não descola durante
o banho de chuveiro, de banheira ou durante a natação.
As substâncias estrógeno e progesterona passam continuamente
através da pele para a corrente sanguínea. A reserva
de hormônio é suficiente para uma semana, depois cola-se
um novo esparadrapo. Na quarta semana a mulher não coloca
esparadrapo e tem sua menstruação. (PULSTIPP, janeiro
2002).
Pais jovens geram filhos mais saudáveis
Até recentemente, diziam que homens mais velhos poderiam
gerar filhos sem problemas até idade avançada. Isso
não é verdade. Em Barcelona, cientistas espanhóis
comprovaram que os filhos de pais idosos sofrem mais de defeitos
genéticos. Como conseqüência disso, os fetos
morrem ou apresentam defeitos congênitos. Os pesquisadores
examinaram mais de 200.000 amostras de esperma de homens entre
24 e 74 anos. Com o aumento da idade, aumenta continuamente o risco
de tais defeitos ( NEW SCIENTIST ).
O pai de proveta
"Papai!" exclama a criança emocionada diante de
uma proveta... Isso não acontecerá mais para as crianças
holandesas que nascerem de fecundação in vitro (FIV). Um projeto
de lei na Holanda prevê que os doadores de esperma deverão,
no futuro, especificar sua identidade, porque os filhos têm o direito
de conhecer a sua origem biológica. Essa não é a primeira
iniciativa do gênero: na Suécia, o Parlamento determinou, que
os Direitos do Homem incluem o direito de conhecer a identidade de seus genitores.
Imediatamente o número de doadores suecos diminuiu muito frente à
perspectiva de serem um dia confrontados com os filhos criados com seu sêmen — o
senso de responsabilidade, na realidade, não é uma característica
da nossa civilização contemporânea...
Tranqüilizantes durante a gravidez também
causam autismo
Pesquisas realizadas na Suécia mostram que tranqüilizantes
receitados com tanta falta de cuidado para gestantes podem causar
dificuldades de aprendizado e autismo na criança. Estudos
mostram que antidepressivos podem ser ainda piores. Mesmo quando
a mãe não toma qualquer medicamento durante a gravidez,
as pesquisas mostram, novamente, um risco maior de autismo após
um parto com anestesia geral ou durante um parto difícil,
quando grande quantidade de diazepam e outros medicamentos é usada.
Como medicamentos psicotrópicos podem afetar o DNA, esses
problemas podem passar de geração em geração.
Embora as mães sejam advertidas do perigo de fumar e tomar
bebidas alcoólicas durante a gravidez, nenhuma delas sabe
do perigo bem maior que oferecem esses medicamentos. Assim, é possível
que milhares de crianças no mundo inteiro tenham sido prejudicadas
dessa forma em famílias sem histórico anterior de
autismo ou problemas de aprendizado. (Margaret
Bell, Londres, Inglaterra)
Amamentação
Amamentando após a cirurgia da
mama
Se você aumentou ou reduziu o seio e acha que não
pode amamentar pense novamente. Quase todas as mães que
passaram por uma cirurgia da mama (exceto mastectomia ou radiação)
são capazes de produzir leite. Quanto mais tempo passou
da cirurgia, maior é a chance de que os nervos críticos
para a lactação se regeneraram.
A cirurgia para a redução da mama foi a cirurgia
cosmética mais comum nos EUA, no ano de 2003. Diana West —consultora
de lactação com diploma internacional e autora de
um livro sobre amamentação após a cirurgia — afirma “dez
anos atrás, quando engravidei pela primeira vez, nem me
preocupei com a amamentação, pois tinha certeza que
não seria possível. Havia passado por uma cirurgia
de redução do seio cinco anos antes de engravidar
e o cirurgião disse claramente que não seria capaz
de amamentar após a cirurgia. Todos os livros que li a respeito
diziam que cirurgia é um dos motivos que impossibilitam
a amamentação. Entretanto, quando meu filho nasceu,
eu insisti em tentar amamentá-lo e, para surpresa de todo
mundo, mostrei que amamentar é possível.” (Mothering nº 127,
novembro/dezembro 2004)
Poluído, mas ainda o melhor
O WWF, World Wildlife Fund for Nature (Fundo Mundial para
a Natureza) diz que mais de 350 poluentes produzidos pelo homem
foram identificados no leite materno de mulheres britânicas.
Entre estes havia 87 dioxinas diferentes, as substâncias
mais tóxicas já inventadas. O WWF teme que alguns
bebês britânicos estejam recebendo até 40 vezes
o nível recomendado de muitos produtos químicos nocivos.
Mesmo assim, os peritos insistem que o leite materno é a
melhor opção, pois o leite de vaca também
pode estar contaminado e não desenvolve o sistema imunológico
do bebê. O leite materno contém nutrientes importantes
para o bebê e a amamentação fortalece o vínculo
entre mãe e filho.
Há provas de que as dioxinas podem causar problemas no desenvolvimento
comportamental e mental, podem aumentar o risco de câncer,
bem como problemas de reprodução e desvios do sexo. (Alex
Kirby, BBC News 29/06/99)
Leite
de soja
O jornal da Associação Médica Americana publicou,
em 15.08.2001, um resumo de estudos mostrando os efeitos negativos
do consumo prolongado de leite de soja quando bebê. Além
disso, a Dra. Mary Enig, presidente da Associação
de Nutricionistas de Maryland, relacionou aspectos negativos do
leite de soja, para o bebê, encontrados em outros estudos:
- índices mais elevados de asma e alergias;
- índices mais elevados de câncer
cervical, policistite ováriana, trompas obstruídas,
inflamação pélvica e problemas hormonais;
- índices elevados de atividade sedentária
e uso de medicamentos para perder peso, sugerindo problemas da
tireóide.
Essa pesquisa foi parcialmente financiada pela International
Formula Council e realizada sob patrocínio da Unidade
Fomon de Nutrição Infantil da Universidade de Iowa,
que recebe apoio de grandes produtores de leite em pó, como
Nestlé e Mead Johnson. (Nexus, 1/12/01)
Mamadeira com leite de
soja
O alto teor de estrógeno representa o maior risco
na alimentação rica em soja — principalmente
quando se trata de soja geneticamente manipulada. O nenê alimentado
exclusivamente com mamadeira de soja, recebe diariamente uma dose
de estrógeno equivalente a ingestão de oito a doze
pílulas anticoncepcionais por dia. (Vandana Shiva, "Stolen
Harvest" p. 32). O alto teor em fitoestrógenos oferece
um risco a longo prazo para a saúde reprodutiva dos bebês.
O Ministério da Saúde dos EUA confirmou o conselho
de que a mamadeira com leite de soja não deve ser a primeira
escolha para alimentar o nenê que tem intolerância ao
leite de vaca.
Leite em pó
O leite materno contém o nível ideal de carboidratos (um pouquinho
mais do que o leite de vaca). Os fabricantes de leite em pó muitas vezes
adicionam um pouco mais de carboidratos para garantir noites pacíficas,
com o bebê bem alimentado e sonolento. Infelizmente, o excesso de carboidratos
nos primeiros anos de vida pode causar obesidade e resistência à insulina
na vida futura, provocando diabete, pressão alta e doença coronariana. (Dr.
Thomas Stuttaford, Supplement to GreenHealthWatch, 22)

O bebê e a criança
pequena
Reflexologia
Segundo uma pesquisa médica dinamarquesa, realizada durante
quatro anos, a reflexologia plantar alivia com eficácia as cólicas
do bebê. Isso vai de encontro à atitude descrente dos médicos
perante essa maravilhosa técnica natural, que não produz nenhum
efeito secundário e pode ser praticada por toda mãe! (Apprendre à masser
les pieds, éditionsVivez Soleil)
Barulho demais para o bebê
O barulho pode atrasar as primeiras palavras do bebê e ser responsável
pelo aumento dos distúrbios no aprendizado que foi notado nas últimas
décadas. "Barulho de fundo pode limitar o desenvolvimento
mental, ao sobrecarregar o cérebro infantil, prejudicando a sua aptidão
em reconhecer sons", afirmou a equipe do Prof. Catedrático
Michael Merzenich da Universidade da Califórnia. Na modernidade, o
bebê está exposto, dentro e fora de casa, a vários tipos
de sons, como televisão,
rádio, trânsito, aviões e aparelhos domésticos. (Revista Science,
abril de 2003)
Um
ursinho no congelador?
As alergias estão aumentando entre as crianças. Os médicos
recomendam manter bichinhos de pelúcia — em que os ácaros
gostam de se esconder — longe das crianças alérgicas
ao pó caseiro. Entretanto, existe um método muito simples para
proteger as crianças.
A cada quatro semanas, coloque o bichinho, por uma hora dentro de um saco
plástico no congelador. Isso mata os ácaros. O melhor, porém,
são bichinhos de pano laváveis, porque, ao lavar, eliminamos
os ácaros e seus dejetos.
A saúde pelo povo
Kenneth W. Newell
Há pouco tive a sorte de passar um dia
com um agente de saúde em um projeto de desenvolvimento rural da Costa
Rica. Ele explicou suas tarefas tratando de doenças corriqueiras,
dando orientação alimentar e ensinando planejamento
familiar, saneamento básico e preservação da saúde.
Finalmente perguntei se podia ver os seu registro de nascimentos e óbitos,
principalmente os óbitos de menores de um ano.
Ele mostrou seu registro de nascimentos, mas ficou encabulado ao mostrar
uma página em branco para os óbitos infantis." Crianças
morriam durante o primeiro ano em que trabalhei aqui ", ele disse
, " mas nenhuma morreu no segundo ano. Verifiquei várias
vezes com as famílias e todos os bebês estão vivos. Não
sei como explicar ". Este agente humilde e eficiente, não
conseguia acreditar que seus esforços tivessem levado a uma melhora
tão espetacular.
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Fonte: Health by the people, editado em 1975 por Kenneth W.
Newell, diretor da Divisão de Fortalecimento dos Serviços
de Saúde, OMS, Genebra.

Crianças que molham a cama
Talvez um veio d´água abaixo da cama seja a causa. Muitas vezes
mudar a cama de lugar é a solução.
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