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Amaroli
Valéria Alta Ver
Gostaria de transmitir-lhes minha
experiência a respeito da prática do Amaroli (Urinoterapia).
Contraí aos 13 anos uma doença chamada uveite. Trata-se
de uma infecção do líquido do olho. Ela se
traduz por dores de cabeça e pelo aparecimento de manchas
na visão. Os médicos (não sabendo muito bem
como curar essa infecção) me deram cortisona e, se
essa conseguiu impedir o avanço da doença, não
pôde infelizmente “apagar” as manchas. Bolas
pretas continuavam a passear tranqüilamente diante de meus
olhos, e eram tão grandes que atrapalhavam terrivelmente
minha visão. Tentei evidentemente alguns métodos
para me livrar dessas seqüelas, mas de nada adiantaram. Eu
parecia condenada a viver uma vida inteira com dificuldade de enxergar.
Aí eu tentei o Amaroli.
No início, nem pensava em curar meus olhos. Havia desistido
disso. Apenas queria tentar, pois um amigo meu idoso o fazia há muito
tempo e tinha uma saúde incrível. Com mais de 70
anos, ele parecia um rapaz! Seu segredo era o Amaroli, segredo
que lhe havia sido ensinado por sua mãe. Ele me deu um livro
e eu fiz o teste. No começo, só na pele, para as
picadas de insetos. Foi fantástico. Depois, comecei a beber. Às
escondidas. Meu marido achou esse método nojento. É verdade
que, desde o início, notei mudanças. Eu dormia menos.
Comia menos. Mas me sentia bem. As coisas foram evoluindo e percebi
que meus olhos estavam melhorando. As manchas já não
eram mais pretas, mas cinzas. E seu número diminuía.
Eu podia finalmente tolerar a luz sem precisar usar óculos
escuros o tempo t odo. Em suma, tudo estava mudando.
Intimamente eu sabia que meu problema de vista era curável,
mas todo o mundo teimava em me dizer que, mesmo com um bom trabalho
energético, as células lesadas não se regenerariam
mais! Ainda vejo algumas manchas, mas faz muito tempo que não
enxergo tão bem. Estou otimista quanto ao futuro (faz dois
meses que pratico o Amaroli). Choro de alegria. É como se
eu recuperasse uma pureza original perdida. E não venham
me dizer que se trata de um efeito psicológico, pois, com
tudo que tentei, esse efeito teria aparecido há bem mais
tempo!
Acabei por confessar minha prática a meu marido e é verdade
que, diante de minha alegria, ele não podia dizer nada.
Estou convencida que, se aos 13 anos tivessem me indicado o Amaroli,
minha doença teria desaparecido.
Tenho freqüentemente enxaquecas e quando sinto que isso vai
acontecer, bebo minha urina. Às vezes, chego a bebê-la
várias vezes por dia e tem dado certo!
É para que outras pessoas não tenham medo de tentar que conto
isso. Em vez de continuar tomando as drogas de sempre, não deveriam
deixar passar essa oportunidade. É verdade que o gosto da urina pode
ser desagradável, mas com um pouco de suco de frutas esse problema desaparece!
Além disso, comecei a falar sobre o Amaroli com as pessoas à minha
volta e percebi que esta prática é mais difundida do que eu pensava.
Agora é só deixar a vergonha de lado e partir para uma vida longa
com Amaroli!
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Fonte:Valéria Alta Ver, 2 Bd de la République, 93339 Neuilly
sur Marne, França.
Minha experiência
com psoríase
Christian Tal Schaller
Autor de diversos livros e artigos sobre Amaroli
Em 1970, recebi como paciente um homem
de 32 anos, que sofria de psoríase generalizada.
Haviam tentado todos os tratamentos alopáticos, mas sem
sucesso duradouro. Apliquei um tratamento homeopático e
lhe dei conselhos sobre a alimentação. Ele melhorou
um pouco, mas não ficou curado.
Passaram-se alguns meses. Um dia, nos encontramos casualmente na
rua. Ele me contou então que havia se curado da psoríase!
Fiquei muito espantado e logo lhe perguntei, qual era o segredo
dessa cura espetacular. Um pouco envergonhado, ele confessou que
havia encontrado o livro de J.W. Armstrong, "El Agua de
la Vida – Tratado sobre terapia de la orina” e
colocado os conselhos em prática.
Durante duas semanas ele fez um jejum com urina e friccionou, a
cada dia, a urina sobre a pele. Assim as lesões haviam desaparecido.
Como continuou tomando a urina a cada manhã e uma alimentação
pouco tóxica, a psoríase nunca mais voltou — para
a grande alegria desse homem, que havia sofrido durante muitos
anos da doença tão difícil.
Comprei então o livro de Armstrong. Apesar de minhas "reticências
cientificas" e minha aversão psicológica por
uma terapia tão absurda, decidi experimentar a urinoterapia
sobre mim mesmo. Fiquei encantado com o aumento de vitalidade e
de saúde global. Então comecei a aconselhar esse
método a todos os meus pacientes capazes de aceitar psicologicamente
uma terapia tão diferente das idéias preconcebidas.
Veja também o site em
português
www.globalurine.com (GUT
- Global Urine Therapy) |
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