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Vacinas
podem causar câncer?
Dr. James A. Howenstine
Jimhow@racsa.co.cr
Um médico de Indiana, EUA, Dr. W. B.
Clarke fez uma observação relevante sobre vacinas no
início dos anos de 1900. O Dr. Clarke escreveu que: “O
câncer era praticamente desconhecido até que a vacinação
obrigatória com a vacina de varíola de gado começou
a ser introduzida. Eu tive de tratar de 200 casos de câncer
e nunca vi um caso de câncer em uma pessoa não vacinada.” 1 Isso
sugere que alguma coisa no processo de vacinação prejudica
o sistema imunológico, permitindo o início do câncer.
Um problema adicional que contribui para o desenvolvimento do câncer está ocorrendo
hoje. Isolamento malfeito causou contaminação viral em larga escala
dos animais usados para a produção de vacinas. A vacina Salk para
a poliomielite continha 40 vírus que nunca foram erradicados.2 Essa
vacina continha o vírus SV 40, conhecido por causar tumores. O SV 40 foi
identificado em 43% dos casos de linfoma não Hodgkin, 36% de tumores cerebrais,
mesoteliomas e outros tumores malignos. A vacina Salk havia sido aplicada em
mais de 10.000.000 de pessoas quando essa descoberta foi feita. Constatou-se
que a vacina contra a febre amarela contém vírus da leucemia avícola.3
A aplicação de vacinas não é um fenômeno
natural. A Arthur Research Foundation em Tucson, Arizona,
calcula que até 60%
de células imaturas de imunidade insubstituíveis,
da glândula
timo são exauridas pelos programas de imunização
em massa hoje aplicados nas crianças americanas. O desenvolvimento
da imunidade natural à doença usa somente 10% dessas
células de imunidade
vitais. A observação do Dr. Clarke, de que somente
pessoas vacinadas desenvolvem câncer, talvez se explique
pela perda dessas células
vitais de imunidade.
NOTAS
-
Mullins,
Eustace. Murder by Injection, p 132. The National
Council for Medical Research.
-
Horowitz,
Leonard G. Emerging Viruses: AIDS & Ebola, p 484.
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Harris
RJ e outros Contaminant viruses in two live vaccines produced
in chick cells. J Hyg (London) 1966 Mar: 64: 1-7
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