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Vacina,
uma poção diabólica
Pegue um pouco de neomicina, de sorbitol,
de gelatina hidrolisada, de células provenientes de um tecido
fetal após aborto ou de culturas de células cancerizadas,
de alumínio ou de mercúrio em doses que ultrapassam
30 vezes os limites considerados tóxicos pela OMS. Não
esqueça de adicionar transgênicos, soro de bezerro
e outros aditivos escolhidos. Se puder, acrescente algumas partículas
virais provenientes do macaco e que são conhecidas por serem
cancerígenas. Misture bem e você obterá uma
vacina contra o sarampo, essa doença que, para quase todas
as crianças é benigna e até mesmo, como pensam
vários homeopatas, útil ao bom desenvolvimento da
imunidade infantil.
As complicações graves do sarampo são extremamente
raras. As campanhas de vacinação contra o sarampo
não foram criadas porque suas complicações
ameaçavam a vida de nossos filhos, mas porque a indústria
de vacinas tinha necessidade de ampliar constantemente seus mercados.
Hoje, mais crianças são vítimas da vacina
do que do próprio sarampo!
Vejam a história de Sam, uma criança inglesa de 12
anos que gozava de excelente saúde. Quatro semanas após
uma vacinação contra o sarampo, ele começa
a sofrer de paralisia dos membros inferiores e distúrbios
da consciência se manifestavam por momentos de ausência.
Algumas semanas mais tarde, ele estava na cadeira de rodas e havia
perdido a fala. Um site da Internet inglesa tenta informar os pais,
para que eles tomem suas decisões relativas às vacinas,
com todo conhecimento de causa: http://www.argonet.co.uk/users/jabs
O British Medical Journal tomou a iniciativa de publicar
um artigo que mostra as práticas nocivas das indústrias
farmacêuticas e de vacinas. Esse artigo explica que se ganha
muito dinheiro convencendo as pessoas com boa saúde de que
elas estão doentes. As grandes indústrias farmacêuticas
e de vacinas organizam campanhas de imprensa cujo objetivo é gerar
medo no público, para depois propor os últimos tratamentos
na moda como meios milagrosos de proteção. A medicação
exagerada de nossa sociedade repousa na crença de que as
vacinas e os medicamentos químicos são os únicos
meios eficazes para lutar contra as doenças. Entretanto,
cada vez mais pessoas estão hoje percebendo que sua saúde
depende de seu estilo de vida e não de medidas externas.
Daí o sucesso crescente das medicinas suaves, das terapias
naturais e dos métodos de autogestão da saúde.
Um advogado de Grenoble, Dr. Jean-Pierre Joseph, dedicou-se à questão
das vacinas e escreveu um livro notável sobre esse assunto, Vaccins,
mais alors on nous aurait menti? (Vacinas, mas então, teriam
mentido para nós?). O subtítulo diz: Elas
são ineficazes, deixam-nos doentes, destroem nossa imunidade
natural, ... mas são obrigatórias!
Jean-Pierre Joseph mostra que onze países da Europa já abandonaram
a obrigação de vacinação porque existem
problemas. Este livro faz revelações incríveis
sobre uma das maiores fraudes de nossa época em matéria
de saúde. Ele propõe, também, meios para escapar
desse envenenamento legalizado, sem desrespeitar a lei.
Nos Estados Unidos, em 35 casos os advogados moveram um processo
contra os produtores de vacinas por danos cerebrais e distúrbios
no sistema nervoso, causados pelo mercúrio e outros produtos
tóxicos contidos nas vacinas. Os especialistas afirmam que
as pessoas mortas ou portadoras de graves deficiências, devido às
vacinas, são centenas de milhares, mas que, até o
presente, ninguém ousou levantar o dedo contra os fabricantes
farmacêuticos e os funcionários da FDA, Food and
Drug Administration, e do Ministério da Saúde.
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Fonte: Santé Nouvelles, fevereiro de 2003 |
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