| |
Terceira
Conferência Internacional
sobre Vacinas
Dezenas
de médicos norte-americanos e europeus voltaram a fazer
— como milhares de pais — a pergunta: "As vacinas são
seguras?".
O evento ocorreu em novembro de 2002, em Washington,
com a presença de peritos de nome internacional,
que alertaram sobre as possíveis conexões entre as "picadas"
e o aumento alarmante de doenças como autismo,
diabete e asma nas crianças
Havia sobre a mesa um estudo realizado
na Dinamarca ao longo de oito anos, revelando que os casos de autismo
acontecem na mesma proporção entre crianças
vacinadas e não vacinadas com a vacina SCR (contra sarampo,
caxumba e rubéola).
A conclusão imediata das autoridades de saúde — "não
existe vínculo algum entre as vacinas e o autismo" — foi
contestada em Washington pelo número cada vez maior de peritos
que questionam a segurança das "picadas".
"O que não conta esse estudo, é que o thimerosal, um conservante
com altíssima concentração de mercúrio, foi removido
das vacinas na Dinamarca muito antes da suspeita de que era tóxico",
declarou no microfone o Dr. Paul Shattock, vice-presidente da Associação
Mundial de Autismo. "Pois bem, esse conservante está sendo
utilizado sistematicamente nos EUA desde 1999, quando finalmente reconheceram,
que o conteúdo de mercúrio nas vacinas era muito superior aos
limites recomendados".
O Dr. Shattock, que viveu o trauma do autismo com o próprio
filho Jamie, enfrentou, como muitos outros médicos, o dilema:
comungar no dogma científico ou seguir seu instinto de pai.
"As autoridades de saúde tem defendido a todo custo a segurança
das vacinas e constantemente estão menosprezando os pais, deixando que
eles se sintam culpados", acusou Shattock. "Mas
os pais e a população
inteira precisam de uma resposta. Esta não chegará até que
haja pesquisas suficientes e imparciais sobre os efeitos reais das vacinas".
O autismo afeta uma entre cada 250 crianças nos EUA e 50%
dos pais estão convencidos de que existe uma estreita relação
entre a doença e as vacinas. A pedido do congressista Dan
Burton, avô de uma criança autista, o Capitólio
se interessou pelo assunto e criou uma comissão especial
para investigar o suposto vínculo.
Dezenas de associações, como o National Vaccine
Information Center e People Advocating for Vaccine Education estão trabalhando para fazer chegar o assunto até a
opinião pública. Centenas de pais, protegidos pela
lei de indenização aos prejudicados pela vacinação,
estão planejando uma batalha legal contra a indústria
farmacêutica.
"Esperamos ter êxito. Ao nosso lado estão os advogados que
conseguiram sentar os fabricantes de cigarros no banco dos réus",
afirma Jeffrey Sell, advogado e pai de gêmeos autistas de oito anos,
Ben e Joe.
Jeffrey Sell comoveu os presentes à Conferência de
Washington com a história de seus filhos: "O primeiro
afetado foi Ben. Seus sintomas de autismo começaram aos
nove meses de idade. Joe foi um menino perfeitamente normal até os
15 meses,quando recebeu a vacina SCR. Durante dois dias teve febre
altíssima, depois veio diarréia, regressão
e deixou de falar".
Então, tomou a palavra o Dr. Andrew Wakefield, gastroenterologista
britânico que, dois anos antes, sugeriu em um artigo polêmico,
publicado na revista médica Lancet, o vínculo
possível entre a vacina SCR, a inflamação
intestinal e o autismo.
Wakefield reconheceu o alcance limitado de seu estudo e insistiu
que as autoridades médicas estudassem esta hipótese: "Será que
as infecções causadas pelos vírus vivos nas
vacinas podem prejudicar o sistema central nervoso de algumas crianças?"
"Não podemos continuar falando de coincidência,
quando milhares de crianças completamente normais começam a apresentar
sintomas de autismo, depois de receber uma vacina" denunciou Barbara
Loe Fisher, fundadora do National Vaccine Information Center. Há 18
anos, Barbara também passou pelo pesadelo de muitos pais, quando seu
filho caiu nas malhas do autismo. Ela o atribuiu, naquela época, a "picada" da
vacina DPT (contra difteria, coqueluche e tétano). A sua busca continua: "é a
falta de resposta que está provocando a revolta dos pais. Precisamos
de informação e estudos sobre os efeitos reais das vacinas. Começamos
a ter um parte da classe médica ao nosso lado”.
O último médico a alertar contra o thimerosal nas
vacinas foi precisamente o Dr. Neal Halsey, ex-presidente da Academia
Americana de Pediatria. "Muitos dos argumentos contra
as vacinas estão fundamentados em hipóteses não
comprovadas ou em elos causais com pouca prova", declarou
Halsey. "Mas gradualmente estou me dando conta, de que
existe um risco real para as crianças".
A maioria dos pediatras não informa os pais sobre os riscos
das vacinas e se limita a aplicar displicentemente as "picadas".
Os pais norte-americanos denunciam cerca de 14.000 incidentes pós-vacinais
por ano. Entretanto, se teme que os casos de reações
adversas estejam mais próximos de 140.000 e que não
apareçam por falta de conhecimento ou pela
pouca colaboração dos médicos.
Os pais estão há anos alertando, não apenas
contra o alto teor de mercúrio, mas também contra
os riscos de vacinas combinadas e da overdose de vacinas
que recebem as crianças. Muitos questionam o calendário
vacinal e decisões como vacinar bebês de dois meses
contra Hepatite B, uma doença que se transmite por via sexual
e sangüínea.
Sarampo, caxumba e rubéola (SCR
/ MMR)
Alguns fatos a respeito dessas três
doenças
e a vacina SCR, que não é nem segura, nem eficaz
Sarampo, caxumba e rubéola
raramente são doenças graves da infância. Todas
as três conferem imunidade vitalícia para a criança
saudável e bem nutrida. Diversos estudos médicos
mostram que essas doenças preparam e amadurecem o sistema
imunológico, diminuindo, desta forma, o risco de doenças
graves, como asma e câncer dos ovários na vida futura.
Muitas crianças pegam sarampo apesar da vacinação,
como confirmam relatórios médicos do mundo inteiro.
Um estudo realizado durante 12 anos na Finlândia, mostrou
que, sete entre nove crianças previamente vacinadas, contraíam
sarampo ao compartilhar o dormitório com uma criança
infectada. O estudo concluiu que a proteção verdadeira
contra sarampo não será obtida com vacinação.
Outro fenômeno preocupante é o sarampo atípico,
um problema que surgiu logo após a primeira introdução
da vacina. Esta forma de sarampo ocorre apenas em crianças
que foram previamente vacinadas contra sarampo. O sarampo atípico
resiste ao tratamento e muitas vezes degenera em pneumonia e meningite.
_____
Fonte: Vaccine Fact, maio 2003
Informações adicionais
você encontra nos links
do item VACINAS
NA INTERNET |
|