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Informe-se
antes de vacinar seu filho
Michael Dye
Neste mundo complexo em que vivemos
hoje, pais conscientes precisam enfrentar muitas decisões
importantes no esforço de criar os filhos de modo seguro
e saudável. É tão difícil sermos pais
hoje porque, tomar a decisão certa para nossos filhos, muitas
vezes significa fazer as coisas ao contrário do que “todo
o mundo” está fazendo.
Desde que a criança nasce, os pais precisam
decidir se ela deverá tomar uma série de vacinas
que, segundo o governo e a comunidade médica, darão “imunidade” contra
certas doenças. Seguindo as diretrizes oficiais, algumas
vacinas deverão ser ministradas a partir do nascimento.
Aos seis anos de idade a criança recebeu uma série
de 13 vacinações que, segundo dizem, oferecem proteção
contra doenças infantis — desde as mais leves, como
caxumba e sarampo, até as mais graves como poliomielite
e difteria. A maioria dos pais é levada a acreditar que
essas vacinas vão proteger os filhos contra doenças
que aleijam e ameaçam a vida.
Na verdade, é muito controvertido se as
vacinas são seguras e eficientes no combate às doenças
que supostamente vão evitar. Alguns médicos alertam
que as vacinações representam um risco inaceitável,
pois causam um número inacreditável de graves problemas
e milhares de mortes em crianças americanas. Esses médicos
afirmam que as vacinas não são eficazes na prevenção
de doenças e que, na verdade, são uma causa importante
de doença e morte. O governo americano e autoridades médicas
reconhecem que muitos óbitos e problemas de saúde
são causados anualmente por vacinas, mas afirmam que a vacinação
ainda é um risco aceitável e um meio eficaz de prevenir
doenças.
Quando iniciamos as pesquisas para este artigo,
na Hallelujah Acres, ficamos chocados ao descobrir quanta informação
sobre a ineficácia e os efeitos prejudiciais são
escondidos do público americano. Geralmente as pessoas não
são informadas pelo seu médico sobre os riscos da
vacinação. Entretanto, acreditamos que a decisão
se a criança deve ou não ser vacinada precisa ser
tomada pelos pais — não pelo governo. Uma decisão
informada sobre essa questão tão vital somente pode
ser tomada pelos pais que conhecem os dois lados da controvérsia.
As vacinas são seguras?
Relatórios oficias do governo e inúmeros estudos
médicos apresentam provas esmagadoras indicando que as vacinas
não são seguras. Pesquisas mostram que, nos Estados
Unidos, milhares de bebês morrem anualmente em conseqüência
da vacinação e centenas de milhares sofrem convulsões,
coma, paralisia e danos cerebrais.
O Dr. Harris Coulter, historiador médico,
autor de "Vaccination, Social Violence and Criminality" (Vacinação,
violência social e criminalidade), estimou que dois terços
dos 10.500 óbitos anuais atribuídos à Síndrome
da Morte Infantil Súbita (SIDS) nos Estados Unidos são
causados por vacinas. A Escola de Medicina da Universidade de Nevada
conduziu uma pesquisa com 103 crianças americanas, cujas
mortes haviam sido atribuídas à SIDS. A pesquisa
mostrou que dois terços dessas crianças haviam recebido
a vacina tríplice (DPT) nas três semanas que antecederam
o óbito e muitas morreram nas 24 horas após a vacinação.
De acordo com um número do Suplemento Pediátrico
de 1988, a ocorrência da SIDS caiu 50% na Austrália
no mesmo ano em que a vacinação diminuiu 50%, ao
deixar de ser obrigatória naquele país. A mesma publicação
médica observa que, em 1979, o Japão deixou de vacinar
bebês e elevou a idade da vacinação para dois
anos. Como resultado os casos de óbito e convulsões
em bebês praticamente desapareceram. O Japão registrou
o menor índice de óbitos de bebês do mundo.
Outro país com coeficiente de mortalidade infantil muito
baixo é a Suécia, onde bebês não são
vacinados. Os Estados Unidos estão em 20º lugar quanto à mortalidade
infantil, apesar de seu renomado sistema médico e padrão
elevado de vida.
O elo entre SIDS e vacinas foi ainda ilustrado
em 1985 por um sistema de monitoramento infantil desenvolvido na
Austrália. O monitoramento denominado "Cotwatch" foi
desenvolvido para monitorar a respiração de bebês
com risco de SIDS. Sem querer mostrar qualquer ligação
entre SIDS e vacinação, a Dra. Viera Scheibner verificou
que “a respiração dos bebês era afetada de
maneira característica e por um longo período de
tempo (40 a 65 dias) após as injeções
da vacina tríplice... Soubemos também, dos
pais de bebês que morreram no berço que, na maioria
das vezes, o bebê morrera após uma injeção
de vacina tríplice.” À medida que a pesquisa
da Dra. Scheibner prosseguia, a ligação entre morte
no berç ;o e vacinação tornava-se mais óbvia
e inegável. “Havia nítida aglomeração
de mortes (no berço) por volta da época da vacinação” afirma
a Dra. Scheibner.
Esse fato levou a Dra. Scheibner a pesquisar mais
de 35.000 páginas de estudos médicos referentes à vacinação.
Seu estudo profundo mostrou que não há provas quanto à segurança
e eficácia de vacinas. O trabalho da Dra. Scheibner culminou
em seu livro, "Vaccination, the Medical Assault on the
Immune System” (Vacinação, a agressão
médica ao sistema imunológico) cuja conclusão
foi: “As imunizações, inclusive as praticadas
em bebês, não apenas deixam de prevenir doenças
infecciosas, como causam mais sofrimento e mais óbitos do
que qualquer outra atividade humana em toda a história da
intervenção médica.” A Dra. Scheibner
cita provas obtidas de vários estudos, mostrando que o efeito
das vacinas sobre o nosso sistema imunológico é a
principal causa do aumento de doenças degenerativas e auto-imunes,
por exemplo, o câncer, a leucemia e a AIDS.
Aqueles que advogam a obrigatoriedade da vacinação
apontam a vacina contra a poliomielite como exemplo do sucesso
das vacinas no controle de uma epidemia perigosa. No entanto, o
governo americano e autoridades médicas reconhecem que,
nos últimos
30 anos, os únicos óbitos por poliomielite foram
causados pela vacina contra pólio. A Dra. Scheiber indica
provas – inclusive
um artigo da publicação médica "The
Lancet" – de que a epidemia de poliomielite observada
entre 1945 e 1954 foi causada pela introdução da
vacinação em massa.
Em 1986, o governo dos EUA reconheceu oficialmente
que a vacinação representa um risco potencial para
as crianças. O Congresso promulgou a Lei Nacional Sobre
Danos da Vacinação Provocados na Infância (Lei
99-960), que estabelece uma compensação para os pais
de crianças mortas ou prejudicadas por vacinas — até US$
250.000 pela morte de uma criança. Até agosto de
1997, mais de US$ 802 milhões de dólares haviam sido
pagos pelo governo dos EUA a famílias de crianças
mortas ou gravemente prejudicadas por vacinas. Milhares de casos
aguardam uma decisão.
No entanto, não há qualquer esforço
governamental para verificar se a política de vacinação
obrigatória está fazendo mais mal do que bem na prevenção
de doenças infantis. Pelo contrário, mais de 100
milhões de dólares foram gastos anualmente desde
o final da década de 70 para vacinar quase 100% de crianças
norte-americanas em idade escolar.
Como são feitas
as vacinas?
As vacinas são feitas passando o micróbio
original da doença (poliomielite, difteria, sarampo etc.)
através do tecido de um animal ou feto humano abortado,
em um processo que visa enfraquecer o micróbio. Por exemplo,
o vírus do sarampo é passado através de embriões
de pintos; o vírus da pólio passa através
de rins de macaco, o vírus da rubéola é injetado
nos órgãos dissecados de um feto humano abortado.
Em seguida, o micróbio enfraquecido é combinado
com reforçadores de anticorpos, estabilizadores, medicamentos,
antibióticos e desinfetantes tóxicos (neomicina,
estreptomicina, cloreto de sódio, hidróxido de sódio,
hidróxido de alumínio, sorbitol, gelatina hidrolizada,
formaldeído e um derivado de mercúrio conhecido como timerosal)
para tornar o micróbio causador da doença “seguro” para
uso humano. Existem “vacinas vivas” e “vacinas
mortas”. Nas vacinas mortas, o micróbio é inativado
por calor, irradiação ou produtos químicos
antes de ser injetado na corrente sangüínea. Nas vacinas
vivas, o micróbio está ativo, porém enfraquecido,
ao ser injetado no organismo de criança. Segundo essa teoria,
que apóia as vacinações, o micróbio
enfraquecido e diluído da vacina vai ajudar o organismo
da criança a criar imunidade contra a doença causada
por aquele micróbio. Verificou-se que as vacinas também
podem estar contaminadas por ingredientes imprevistos, como vírus
dos animais e o material genético estranho (ADN e ARN) do
animal usado na passagem. Em 1960, descobriu-se que milhões
de crianças foram infectadas com o vírus SV- 40 contidos
em vacinas contra a poliomielite passadas pelos rins de macacos
rhesus. Foi comprovado que o SV- 40 pode causar câncer e
leucemia no organismo humano.
Vacinas são
eficazes contra as doenças que devem impedir?
Fomos levados a acreditar que vacinas foram responsáveis
pela eliminação de muitas doenças, como a
varíola, poliomielite e difteria. Muitos médicos,
inclusive o Dr. Robert S. Mendelsohn, discordam.
O Dr. Mendelsohn comparou a política de
continuar a vacinação contra a pólio — quando
o governo norte-americano reconhece que atualmente a única
causa da pólio é a vacina — com o antigo programa
de vacinação contra varíola, que foi suspenso
nos anos 70. “Estamos testemunhando, em relação à vacina
contra a pólio, a mesma relutância da classe médica
de abandonar a vacina contra a varíola, que continuava sendo
a única responsável pelos óbitos causados
por varíola por três décadas após a
doença ter sido erradicada. Imaginem! Durante 30 anos crianças
morreram por causa da vacina contra a varíola, embora não
estivessem ameaçadas pela doença”, escreve
o Dr. Mendelsohn no livro "Como criar um filho saudável...
apesar do seu pediatra" (Marco Zero, 1985).
"A maior ameaça das doença
infantis são os perigosos e inúteis esforços
usados para preveni-las por meio da imunização
em massa”, escreve o Dr. Mendelsohn. “Não
existe prova científica convincente de que a vacinação
em massa tenha eliminado qualquer doença infantil... Geralmente
acreditam que a vacina Salk deteve a epidemia de poliomielite
que vitimava as crianças norte- americanas nas décadas
de 40 e 50. Se isto é verdade, por que a epidemia terminou
também na Europa, onde a vacina contra pólio não
era amplamente usada?"
"A vacinação é um
dos sacramentos nocivos da moderna religião da medicina.
Na ausência total de estudos controlados, todas as vacinas
continuam sendo — cientificamente falando — medicamentos
não comprovados. A única característica
comprovada das vacinas são os efeitos colaterais devastadores,” escreve
Mendelsohn, que exerceu a pediatria durante 25 anos e foi professor
da Faculdade de Medicina da Universidade de Illinois, Presidente
do Comitê de Licenciamento Médico de Illinois, autor
de três manuais médicos e editor de um informativo
médico para o público.
Na introdução do seu livro, a Dra.
Scheibner comenta, “Estudando milhares de páginas
escritas sobre vacinas, não encontrei um único estudo
que mostrasse que, durante uma epidemia, apenas crianças
não
vacinadas contraíram a doença. Mesmo durante testes
de vacinação,
muitas crianças contraíram as doenças contra
as quais haviam sido vacinadas — com freqüência, no
prazo de alguns dias.”
O Dr. Mendelsohn, a Dra. Scheibner e outros afirmam
que a eliminação ou redução de numerosas
doenças infecciosas na história humana foi o resultado
de melhores condições de higiene, melhor água
potável e melhores condições de vida e de
alimentação e não de vacinação.
Por exemplo, eles mencionam que a peste bubônica e a escarlatina,
outrora responsáveis por inúmeras mortes, praticamente
desapareceram sem vacinas. Quanto à pólio, varíola
e difteria, Mendelsohn e Scheibner citam diversos exemplos de países,
onde essas doenças desapareceram sem vacinas — ao
mesmo tempo e às vezes até mais depressa — do
que em países com programa de vacinação.
Qual é a gravidade
das doenças infantis que as vacinas devem prevenir?
Essas doenças dividem-se em duas categorias:
As que geralmente são inofensivas e as que são extremamente
raras.
Caxumba e sarampo são doenças infantis
geralmente inofensivas se contraídas na infância.
Alguns médicos consideram que elas têm a finalidade
de fortalecer o sistema imunológico para evitar doenças
futuras. Quem não contrai caxumba e sarampo quando ainda
criança, corre o risco (tenha ou não sido vacinado)
de contrair essas doenças na adolescência ou na idade
adulta, quando podem causar sérias complicações.
Ambas, uma vez contraídas na infância, proporcionam
imunidade natural contra elas por toda a vida. Como aponta a Dra.
Scheibner, a imunidade natural é a única imunidade
verdadeira. O Dr. Mendelsohn mencionou uma pesquisa realizada em
1978 em 30 estados norte-americanos, onde mais da metade das crianças
que contraíram sarampo haviam sido devidamente vacinadas.
Um problema com a vacinação contra
essas duas doenças é que a vacina pode adiar a doença
até idade mais avançada. Dois outros problemas potencias
quanto à vacina contra sarampo é que pode criar a
possibilidade de adquirir o “sarampo atípico” ou “sarampo
atenuado”. O sarampo atípico, muito mais grave, apareceu
somente após a chegada das vacinações contra
sarampo. O sarampo atenuado provoca uma erupção mal
desenvolvida que, segundo a Dra. Scheibner, pode, mais tarde, expor
o indivíduo ao risco de contrair doenças crônicas
como o câncer.
O Dr. Mendelsohn alerta: “Cresce a suspeita
de que a imunização contra doenças infantis
relativamente inofensivas pode ser responsável pelo aumento
dramático das doenças auto-imunes desde que as
vacinações em massa foram introduzidas... Será que
trocamos caxumba e sarampo por câncer e leucemia?”
Serão vacinas
a única proteção dos nossos organismos
na luta contra as doenças?
Acreditamos que quando Deus criou o homem, Ele
nos deu um sistema imunológico incrivelmente eficaz e a
melhor maneira de conservá-lo consiste em seguir as leis
da natureza na alimentação e no estilo de vida. A
melhor forma de fortalecer o sistema imunológico da criança é começar
a alimentar o bebê com o leite materno. Este transmite uma
forma de imunização muito mais avançada do
que qualquer vacina que jamais será inventada pela ciência.
Depois, à medida que a criança cresce, deverá gradualmente
receber uma alimentação consistindo principalmente
de frutas e hortaliças frescas cruas, sucos frescos e grãos
integrais que ajudarão o sistema imunológico a amadurecer
da forma como nosso Criador pretendia.
Muitos pais são levados a acreditar que
as leis não permitem que eles optem por ter seus filhos
vacinados ou não e as escolas costumam recusar a matrícula
de crianças não vacinadas. Os pais que preferem que
seus filhos não sejam vacinados recebem muita pressão
e, às vezes, até assédio de médicos,
diretores das escolas e autoridades públicas. A batalha
pode ser dura. Entretanto, segundo advogados experientes nessa área,
"a
decisão de vacinar seu filho é sua, apenas sua".
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Fonte: A revista “Back to the Garden" Spring/Summer1999,
editada pela organização Hallelujah Acres, Shelby, North Carolina,
EUA ( veja www.hacres.com ) |
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