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O alumínio contido
nas vacinas
provoca doenças graves
Dr. Marc Vercoutère
Considerado um adjuvante que estimula a resposta
imunológica, o alumínio entra na composição de 25 vacinas habitualmente
utilizadas na França, principalmente contra a difteria, o tétano, a
poliomielite e as hepatites A e B.
Uma patologia emergente, prejudicial, que não pára de crescer — a
miofascite macrofágica, possivelmente desencadeada por vacinas contendo
hidróxido de alumínio — foi descrita pelo Prof. Romain Ghérardi, do
hospital Henri-Mondor de Créteil. Em agosto de 1998, o professor publicou
na revista The Lancet,
com vários colegas, um artigo sobre essa síndrome, relativamente freqüente
nos países desenvolvidos.
Os pesquisadores, descobrindo constantemente inclusões cristalinas nos
macrófagos, pensaram inicialmente na possibilidade de uma doença
infecciosa. Depois, em outubro de 1998, a análise dessas inclusões revelou
que eram constituídas por cristais de alumínio (Gherardi e outros...“Macrophagic
myofasciitis: a reaction to intramuscular injections of aluminium
containing vaccines” no Journal of Neurology n° 246, 1999).
Perante os membros da missão parlamentar de informação sobre a Síndrome do
Golfo, o Prof. Ghérardi declarou que essa síndrome poderia estar ligada à
injeção de algumas vacinas. Ele explicou que a maioria dos sintomas (dores
musculares, fadiga crônica, distúrbios da concentração) correspondem à
miofascite macrofágica relacionada ao hidróxido de alumínio, utilizado como
adjuvante em diversas vacinas.
Em 1999, o Comitê Consultivo para a Segurança das Vacinas da OMS concluiu
que existe uma “relação
de causalidade muito provável entre a ministração de uma vacina contendo
hidróxido de alumínio e a presença da lesão histológica que caracteriza a
miofascite macrofágica”.
Há cerca de vinte anos, quando já se conhecia a toxicidade do alumínio, os
pesquisadores do laboratório Pasteur-Mérieux tinham desenvolvido um adjuvante
à base de fosfato de cálcio. Entretanto, quando o laboratório Mérieux
comprou a Pasteur-Vaccins, as vacinas à base de fosfato de cálcio foram
engavetadas.
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Fonte:
Vous et votre témoignage santé n° 10 –
junho de 2004.
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