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A respeito das
vacinas
Philippe Champagne
Comecei a me interessar mais pelo assunto um pouco antes do
nascimento do meu último filho. Tínhamos decidido não vaciná-lo.
Intelectualmente é muito fácil ser a favor de uma coisa. Mas, quando temos
de tomar uma decisão que envolve um ser, tudo muda. Naquela ocasião, eu me
voltei para aqueles que tinham bons motivos para pensar de modo diferente
da versão oficial. É preciso ter muita força para lutar contra uma idéia
defendida por várias gerações e a questão das vacinas tem esta
particularidade: é uma idéia praticamente incontestada.
Em outros campos, que não o da medicina, existe uma certa flexibilidade
mental e essa capacidade de questionamento é a principal qualidade de
qualquer pesquisador digno deste nome. Mas, quando se fala de vacinas, esse
questionamento não parece admissível.
O assunto é delicado. As questões de que vou tratar são cuidadosamente
evitadas por aqueles que são responsáveis pela comunicação em matéria de
saúde. Não acredito na versão simplista apresentada pelos adeptos das
vacinas. A polêmica a respeito das vacinas é uma questão importantíssima,
que não pode ser resolvida pela discussão. Existem interesses econômicos em
jogo que deturpam a informação. A crença oficial tem hoje o mesmo poder que
tinha antigamente a crença religiosa. A palavra de ordem oficial: erradicar.
Um contemporâneo de Pasteur, o médico Antoine Béchamp (Pasteur não era
médico, mas químico) era pesquisador na Faculdade de Medicina de
Montpellier, onde ensinou por muitos anos. Não tinha o hábito de se
envolver em intrigas políticas e seu nome foi esquecido, bem como seus
estudos, apesar de conterem diversas respostas a perguntas que incomodam
ainda hoje os adeptos de Pasteur. Existe em Paris um instituto Antoine
Béchamp e aqueles, que buscam informações objetivas sobre suas pesquisas,
podem obtê-las facilmente. Mas essas descobertas não interessaram àqueles
para quem a erradicação era uma fonte de renda, apoiados pelos governos,
que viam nela uma nova maneira de conquistar os votos do povo.
Erguer um povo contra um inimigo é, como todos sabem, o modo mais eficaz de
uni-lo e manipulá-lo.
Naquela época, nunca foi demonstrado que a célebre experiência de
Pouilly-le-fort era um engodo. Os senhores cientistas não se preocuparam
com esses detalhes. Pior do que isso: os que tentaram reproduzir as
experiências de Pasteur quebraram a cara: a teoria das vacinas só
funcionava com ele.
Soube-se, mais tarde, que ele adicionava um produto para obter o resultado
desejado. O bicromato de potássio (habilmente dosado, senão era morte
certa) foi o primeiro da lista. Ora, o que faz um produto químico em uma
preparação que se supõe provir de uma cultura atenuada de germes vivos? Os
efeitos secundários são totalmente ignorados.
Atualmente parece que toda dose de vacina contém um sal de alumínio. O
dicionário dos médicos, o Vidal, atesta isso: está escrito em letras tão
miúdas que é quase preciso usar uma lupa para descobrir essa verdade
lamentável. Os médicos desconhecem o verdadeiro papel desse sal, pois só
sabem o que lhes foi ensinado. A maior parte deles aplica as vacinas porque
esta é a lei. Eles se escondem atrás da lei para dissimular sua ignorância.
E o juramento de Hipócrates? Um velho sonho de um idealista emoldurado
sobre suas cabeças, nada mais do que isso. Se você lhes perguntar
diretamente, vai ficar sabendo:
“Doutor, para que serve o hidróxido de alumínio contido em cada dose de
vacina que vocês injetam por ordem da lei em cada recém-nascido que é
levado às consultas obrigatórias, sem as quais não teríamos direito ao
auxílio da Previdência Social?”
No tempo que antecede a resposta, pergunte a si mesmo, se você vacina seu
filho por causa da doença que ele pode contrair e procure se informar sobre
as técnicas existentes para evitar ou eliminar essa doença. É certamente o
papel de um médico abrir os olhos de seus pacientes sobre as diferentes
maneiras de se resolver uma questão de saúde.
Não, eles não têm mais tempo para isso, não sabem agir de outra maneira, só
sabem vacinar: “uma
picadinha não dói, só leva um segundo, e acabou!”
“Os
laboratórios nos abastecem, as leis nos obrigam, a Ordem nos controla ... O
juramento de Hipócrates, foi certamente emoldurado e assinado, mas, se
começarmos a duvidar das instituições, onde vamos parar?”
O alumínio é, como
muitos metais, um perigo para o organismo
Estudos sobre seus efeitos na alimentação demonstram isso claramente e
foram estabelecidos limites de toxidez. O alumínio se instala no sistema
nervoso fazendo-se passar por ferro no sangue. A hemoglobina do sangue é
composta de um núcleo de ferro e o alumínio toma seu lugar.
O sistema nervoso torna-se, assim, vítima de um processo parasitário e os danos
são proporcionais à quantidade regularmente absorvida pelo tubo digestivo.
Mesmo assim, em nome de uma lei que impõe a vacinação, o comum dos mortais
se vê obrigado a inocular seus recém-nascidos com doses muito mais elevadas
de alumínio. Basta fazer um cálculo simples, adicionando quantidades de
alumínio contidas nas doses obrigatórias das vacinas, desde o nascimento
até a idade adulta, e, comparando à soma obtida com o valor da toxidez
alimentar máxima desse mesmo alumínio. Cada inoculação representa mais de
20 vezes a dose tóxica!
É estranho, que nem a caderneta de vacinações, nem o médico, mencionem o
alumínio, nem seus riscos. E, no entanto, a intoxicação não é uma crendice,
mas um fenômeno permanente e irreversível.
Todos os anos surgem novas doenças genéticas, desarranjos totais do sistema
nervoso, dos ossos, dos rins. Fala-se muito da necessidade de novas
pesquisas para inventar novos medicamentos, novas vacinas; é preciso dar
dinheiro e tudo gira em torno da erradicação.
Existem médicos que estão conscientes do perigo das vacinas. Eles não
vacinam seus filhos e fazem atestados falsos para não terem problemas.
Fazem a mesma coisa para alguns clientes em que confiam.
Um médico responsável por um centro de saúde acaba de consultar um colega
para obter um certificado de contra-indicação para seus filhos. Esse homem,
consciente do perigo das vacinações, procura poupar seus próprios filhos,
ao passo que submete todas as famílias da localidade à aplicação da
lei. Ele prefere se calar e vive o inferno de uma contradição permanente.
Um jornalista, um dia, me chamou para participar de um caso que pode talvez
interessar nossa associação: uma criança de cinco meses morreu uma hora e
meia depois de ter sido vacinada pelo médico de família.
A criança entrou em coma alguns minutos após a aplicação do reforço. Seu
médico mandou interná-la com urgência e, apesar de todos os cuidados, ela
morreu. Declaração do médico chamado para atestar o óbito: morte súbita.
Outra história lamentável: um adolescente de treze anos recebeu a vacinação
contra a hepatite B, altamente recomendada naquela época em todas as
escolas. Ele morreu dois meses depois, de leucemia.
Soube-se, depois de alguns meses, que a famosa vacina contra a hepatite B,
tão aconselhada nas escolas francesas, e até obrigatória em alguns
estabelecimentos, foi decidida por um ministro da saúde pressionado pelos
laboratórios Mérieux, que havia fabricado dois milhões de doses para um
país africano, que tinha recebido da OMS a recomendação de vacinar em massa
sua população. O país em questão havia feito o pedido ao laboratório
francês sem saber, que teria de pagar pelas vacinas. Diante da conta,
cancelou o pedido e a Mérieux se viu com um excesso de produto, o que punha
em risco sua saúde financeira. O ministro determinou a vacinação para
salvar a Mérieux.
Concluindo...
Quando a central nuclear de Chernobyl explodiu, a mídia divulgou a mentira
política que fazia crer que a nuvem radioativa havia poupado nosso país, a
França.
Dez ou quinze anos depois, a mesma mídia disse: “mentiram para
nós”.
Divulgam programas de televisão, mostrando claramente que a catástrofe do
reator nuclear não foi provocada por uma falha humana, mas por um abalo
sísmico que fraturou a camada de concreto debaixo do reator, rompendo os condutos
de resfriamento, o que provocou a explosão que todos conhecem, em cerca de
trinta segundos.
Todas as testemunhas que sobrevivem à catástrofe haviam falado de um tremor
de terra antes da explosão — e alguns geólogos haviam até conseguido
registrá-lo. Mas era preciso apelar para uma falha humana para mascarar a
realidade de demasiada estupidez: todas as usinas nucleares são construídas
(por causa do resfriamento) sobre áreas sismicamente frágeis (os cursos de
água correm ao longo das placas tectônicas. Em Chernobyl, há um encontro de
três placas...).
Por mais que se mostrem, com provas em mãos, todas as mentiras, não se fará
nada além de distrair as massas, prontas a escutar todos os escândalos no
sábado à noite, mas, de forma alguma, prontas a se unirem na segunda-feira
de manhã para mudar o que quer que seja.
É assim que vejo as coisas.
E, no entanto, penso que tudo pode mudar, que a Internet é, talvez, a
alavanca que nos ajudará a mudar o curso das coisas. A Internet é uma magia
indescritível, todo mundo se expressa, se cruza, se procura e, finalmente,
a Terra continua a girar em torno do sol à incrível velocidade de 105.000 km por hora.
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Fonte: Des Clefs pour
Vivre n° 49 –
abril de 2004
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