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Vacinas
na África
Dr. Christian Tal Schaller
Em Uganda, um corajoso apresentador de rádio, Kihura Nkuba,
ousou fazer a seguinte pergunta: “Por que as crianças
são vacinadas com a vacina oral Sabin, contra a poliomielite,
quando esta vacina foi retirada, desde 1996, nos Estados Unidos,
porque ela provoca casos de pólio? Por que milhares de crianças
morrem depois de receber essa vacina, quando a poliomielite antes
não existia”?
A essas perguntas legítimas,
o governo e os especialistas médicos só responderam
por medidas de intimidação, para obrigar Kihura a
se calar. A narração de suas dificuldades e de suas
descobertas sobre o perigo das vacinas, aplicadas em crianças,
cujo sistema imunológico está enfraquecido — pela
desnutrição, a malária e outras doenças
endêmicas, em diversos países da África — constitui
um documento excepcional, que mostra a coragem de um homem que
ousa atacar o império das vacinas, porque descobre que esse
gigante tem pés de barro!
Ele mostra também que a
prática de vacinações — sem levar em
conta o organismo daqueles que a recebem — pode ser tão
tóxica que é lícito falar de genocídio
das crianças africanas. O texto da conferência apresentada
por Kihura Nkuba, em Arlington (EUA), em 7 de novembro de 2002,
sob o título “A pólio provocada pela vacina
mata milhares de crianças na Uganda” está disponível
em inglês, no site www.rense.com/general139/polio.htm.
Sua leitura mostra como a lógica simples, de um homem de
bom senso, demole de modo irrefutável os argumentos infundados
dos partidários da vacinação sistemática.
Mostra, também, como as autoridades — em vez de refletir
e de ousar questionar sua política — tentam fazer
calar aqueles que a contestam. Quando aldeias inteiras correm para
se esconder nas montanhas, para escapar das campanhas de vacinação
praticadas à força, com o apoio do exército,
vemos a que aberração o conceito da vacinação
obrigatória pode chegar.
Qualquer pessoa que queira realmente compreender o problema das
vacinações nos países pobres, deveria ler
esse texto, extraordinário por sua força e sua clareza.
Não podemos deixar que crianças sejam assassinadas
em massa, unicamente porque isso aumenta os lucros dos fabricantes
de vacinas!
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Fonte:Votre Santé n° 63 – dezembro
de 2004 |
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